É incrivel as facilidades que se criam pela medicina
e os entraves que surgem pela fotografia.
É como lutar contra a maré.. em tudo.
Desde o mundo aos meus pais, tudo parece contra produtivo. Tudo parece não me empurrar para cima e não me dar a mínima esperança. É incrível. I need a new day
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sexta-feira, fevereiro 04, 2011
quarta-feira, janeiro 26, 2011
Groupies
Groupies from Greg Kadel Studios on Vimeo.
Fodasse, hoje é daqueles dias que me apetece mandar tudo à fava e simplesmente dedicar-me a isto.
Ah mas antes de sair, mandava todos à merda. Todos não, só a ela.
quinta-feira, janeiro 20, 2011
January ramble..
Não sei se é do frio agressivo ou se da má disposição matinal, mas acho que cheguei à conclusão que as quintas feiras são o meu worst day ever, só que todas as semanas. Durante a minha sempre curta mas sempre sentida como mais longa do que na verdade é, enquanto visualizava a paisagem de Lisboa, o rio, e tudo o que rodeia a grande e majestosa Ponte 25 de Abril, perdi-me nos meus pensamentos anti Portugal e num sonho de futuro que gostava de ter, longe daqui.
Depois pergunto-me.. É de mim? Querer algo maior, sonhar e não esperar que te entreguem tudo de mão beijada mas que te dêm permissão para pelo menos teres ambições? Parece-me que é apenas de mim. E apesar de não contar com a ajuda de ninguém, também dispenso pessoas que não me dão boas energias e força para subir, para me melhorar a mim mesma. Penso mil vezes que, para me puxar para baixo tenho eu mesma e a horrivel realidade em que vivemos, mas parece que não me consigo afastar daqueles que não têm fé no que quero e no que ambiciono. Quase que sinto que estou a lutar sozinha, com toda a gente, amigos e inimigo.
Provavelmente sou eu que tenho a mania da perseguição, provavelmente sou eu que não sei o que quero e o que é melhor para mim, mas como jovem de 22 anos não me cabe a mim descobrir? Lutar? Às vezes apetece-me meter-me no avião e desaparecer daqui, deste lugar cheio de más energias. Pensei mesmo hoje, para quê ficar? Subitamente lembrei-me que em breve estaremos em eleições e eu, que nem sei decidir nada de mim e que ando com imensas dúvidas existenciais, pergunto-me em quem hei-de votar. Todos me parecem falsos e ninguém vai mudar o país em que estou a viver. Nenhum deles vai contribuir em nada para facilitar a minha vida e também não me vai dar oportunidades para eu melhorar em nada. Além disso, e de enorme importância, é que não me vão proporcionar ajuda em nada, e provavelmente vão dificultar ainda mais a vida de toda a gente que até me tenha interesse em ajudar. Pensei em votar no Pato Donald, mas também nunca gostei dele..
Ontem foi o último dia do workshop. Saí de lá destroçada, sem saber ao certo porquê.. podiam ter sido várias as razões, o facto de perder contacto com pessoas com quem já criei alguns laços, ter-me sabido a pouco ou muito provavelmente pela falta de perspectivas que tenho em relação á fotografia. Procurava que o Mário, ainda que não ajudasse, proporcionasse um veículo de aprendizagem mais extenso do que um simples curso, que se demonstrasse mais aberto à possibilidade de estagiar e de aprender mais do que preciso. Criar mais confiança em mim mesma e ter uma "rede de segurança" a fazer o que mais gosto de fazer. Infelizmente isto não é uma opção e agora vejo-me sem rede. Basicamente, como no circo, tenho de caminhar de um lado para o outro da corda sem qualquer rede de segurança, apoio ou colchão lá em baixo (que me apare a queda). Mas acho que isso não me deveria deprimir (ainda que deprima). Não me devia afectar e eu devia simplesmente passar ao lado e ser mais forte e mostrar às pessoas que estão erradas. Tenho imenso para provar a toda a gente, aos meus pais, ao Mário e a todos aqueles que nunca acreditaram em mim. Tenho imenso para provar ao meu espelho que, todos os dias me enche de dúvidas e desilusões.
Depois pergunto-me.. É de mim? Querer algo maior, sonhar e não esperar que te entreguem tudo de mão beijada mas que te dêm permissão para pelo menos teres ambições? Parece-me que é apenas de mim. E apesar de não contar com a ajuda de ninguém, também dispenso pessoas que não me dão boas energias e força para subir, para me melhorar a mim mesma. Penso mil vezes que, para me puxar para baixo tenho eu mesma e a horrivel realidade em que vivemos, mas parece que não me consigo afastar daqueles que não têm fé no que quero e no que ambiciono. Quase que sinto que estou a lutar sozinha, com toda a gente, amigos e inimigo.
Provavelmente sou eu que tenho a mania da perseguição, provavelmente sou eu que não sei o que quero e o que é melhor para mim, mas como jovem de 22 anos não me cabe a mim descobrir? Lutar? Às vezes apetece-me meter-me no avião e desaparecer daqui, deste lugar cheio de más energias. Pensei mesmo hoje, para quê ficar? Subitamente lembrei-me que em breve estaremos em eleições e eu, que nem sei decidir nada de mim e que ando com imensas dúvidas existenciais, pergunto-me em quem hei-de votar. Todos me parecem falsos e ninguém vai mudar o país em que estou a viver. Nenhum deles vai contribuir em nada para facilitar a minha vida e também não me vai dar oportunidades para eu melhorar em nada. Além disso, e de enorme importância, é que não me vão proporcionar ajuda em nada, e provavelmente vão dificultar ainda mais a vida de toda a gente que até me tenha interesse em ajudar. Pensei em votar no Pato Donald, mas também nunca gostei dele..
Ontem foi o último dia do workshop. Saí de lá destroçada, sem saber ao certo porquê.. podiam ter sido várias as razões, o facto de perder contacto com pessoas com quem já criei alguns laços, ter-me sabido a pouco ou muito provavelmente pela falta de perspectivas que tenho em relação á fotografia. Procurava que o Mário, ainda que não ajudasse, proporcionasse um veículo de aprendizagem mais extenso do que um simples curso, que se demonstrasse mais aberto à possibilidade de estagiar e de aprender mais do que preciso. Criar mais confiança em mim mesma e ter uma "rede de segurança" a fazer o que mais gosto de fazer. Infelizmente isto não é uma opção e agora vejo-me sem rede. Basicamente, como no circo, tenho de caminhar de um lado para o outro da corda sem qualquer rede de segurança, apoio ou colchão lá em baixo (que me apare a queda). Mas acho que isso não me deveria deprimir (ainda que deprima). Não me devia afectar e eu devia simplesmente passar ao lado e ser mais forte e mostrar às pessoas que estão erradas. Tenho imenso para provar a toda a gente, aos meus pais, ao Mário e a todos aqueles que nunca acreditaram em mim. Tenho imenso para provar ao meu espelho que, todos os dias me enche de dúvidas e desilusões.
Hoje não me parece, talvez amanhã..
Talvez amanhã já esteja mais forte, mas hoje ainda devo ter angústia no meu peito, até ela passar, conto que o faça depressa.
segunda-feira, setembro 27, 2010
27 Setembro
Vou miar alto hoje, bem alto, para ninguém ouvir. Vou falar do que me vier à cabeça, enquanto tudo flui para as teclas. Não me vou preocupar com a ortografia e coerência, quero apenas tentar escrever, visto que não consegui pintar com a luz, que não me consegui exprimir de outra forma.
Hoje foi aquele dia, todo o dia. Aquele dia que nunca mais acabava, que teve tudo para ser daqueles para esquecer e ao mesmo tempo é aquele que é inesquecível. Infelizmente não pelas boas razões.
O dia começa com um belo acidente na ponte, um atraso já garantido, agravado com um acidente de um motociclo. Muitos curiosos, concordo que também eu estava com essa curiosidade. Se pararia o meu carro para ver, acho que não, não me vejo nesse nivel de curiosidade tão intenso que tenha de bloquear todo o destino das pessoas atrás de mim por algo que não me fará diferença nenhuma minutos depois. Tarde e más horas, a Dany ficou doente, tal como o Paulo Jorge. A teoria da multiplicação começa a nascer em mim, fazer o trabalho de três e por vezes quatro pessoas. O ordenado, no entanto, não se multiplica por 3 ou 4. Mal almoço.
Pensei durante o almoço se realmente esta fuga de pessoas para outros países pode ser comparável à fuga da altura da ditadura, quando grande parte da nossa população foi viver para França. Eu acredito que sim, que tudo foi desfazado como antes e que se está a repetir. Mas fugir disto, para onde? Tudo está mau, os valores estão perdidos, a tradição, o amor ao próximo. Esse foi-se e eu incluo-me nesses que perderam muita coisa pelo caminho, muita paciência, muito calor humano, muita e muito de tudo.
Devaneios e horas mais tarde, depois de um telefone constantemente a tocar, de um constante barulho ao meu ouvido vem o pior barulho de todos, o das discussões (que apesar de não ser real, ouço-o bastante bem). Discussões sobre coisas que não acho mal dizer, discussões de coisas que acham que eu sou e discussões sobre coisas que eu nem percebo porque é que são ditas. Discussões, algumas com conteúdo, que me fazem vir de autocarro a pensar porque é que ainda aqui estou. Porque é que não estou a ser quem sempre quiz, independente, lutadora e uma verdadeira leoa. Estou presa a tudo aqui, desde as pessoas ao trabalho. Estou presa a pessoas que já aqui nem estão.. E ainda assim não estou presa, porque a minha mente quer fugir. Todos os dias penso como seria fazer as malas e abandonar esta vida, este país sem esperança. Como seria lutar por algo novo, lutar por mim mesma, por algo que me faça sorrir.
Hoje saí do autocarro a pensar que ainda não sou quem quero ser. Hoje saí a pensar que não entendo estas pessoas, e que acima de tudo não me entendo a mim mesma. Hoje pensei que se pegasse nas malas e voasse daqui para fora, sem dizer nada a ninguém não me importaria, pois o cansaço é tanto que não ligaria nenhuma a abandonar tudo. Hoje não consigo ver o bem que a amizade me fez, o bem que é estar com a pessoa que sempre quiz estar, hoje não consegui ver nada, senão como seria bom pegar em tudo e ir-me embora de vez, sem deixar rastro.
Com todos estes pensamentos, com todos estes sentimentos tive vontade de criar. Hoje tive vontade de vomitar tudo para a tela, pegar numa modelo e conseguir exprimir-me. Hoje queria ter deitado tudo cá para fora e não consegui, tudo ficou preso em mim como palavras que nunca disse e que sei que nunca direi. Hoje pensei que, as acções de cabeça quente são de facto as mais sentidas, as mais sinceras e as mais verdadeiras. Hoje tive vontade de criar e não o fiz. Hoje tive vontade de chorar a todas as horas do meu dia, apeteceu-me estar ao pé do meu pai e simplesmente chorar de cansaço de tudo e de todos. Nem a fotografia me satisfez, porque eu quero é criar, falar, comunicar. Eu quero expressar-me.
Hoje a minha mãe não me tirou jantar, hoje não ficou aqui comigo e mais uma noite, estou sozinha. Cada vez mais assim me sinto, perto de todos e ainda mais longe de tudo. Hoje sinto-me fechada no meu mundinho que podia mudar 360º e eu não me importaria. É aquele dia que o coração está cheio de sentimentos e que ninguém devia ouvir o que eu tenho para dizer porque, das duas uma, ou teriamos uma grande discussão ou a pessoa ficaria completamente passiva aos meus miares de cabeça e coração quentes.
Hoje é sem dúvida um dia para esquecer, mas que eu sei que será inesquecível. Infelizmente, não pelas boas razões.
Hoje foi aquele dia, todo o dia. Aquele dia que nunca mais acabava, que teve tudo para ser daqueles para esquecer e ao mesmo tempo é aquele que é inesquecível. Infelizmente não pelas boas razões.
O dia começa com um belo acidente na ponte, um atraso já garantido, agravado com um acidente de um motociclo. Muitos curiosos, concordo que também eu estava com essa curiosidade. Se pararia o meu carro para ver, acho que não, não me vejo nesse nivel de curiosidade tão intenso que tenha de bloquear todo o destino das pessoas atrás de mim por algo que não me fará diferença nenhuma minutos depois. Tarde e más horas, a Dany ficou doente, tal como o Paulo Jorge. A teoria da multiplicação começa a nascer em mim, fazer o trabalho de três e por vezes quatro pessoas. O ordenado, no entanto, não se multiplica por 3 ou 4. Mal almoço.
Pensei durante o almoço se realmente esta fuga de pessoas para outros países pode ser comparável à fuga da altura da ditadura, quando grande parte da nossa população foi viver para França. Eu acredito que sim, que tudo foi desfazado como antes e que se está a repetir. Mas fugir disto, para onde? Tudo está mau, os valores estão perdidos, a tradição, o amor ao próximo. Esse foi-se e eu incluo-me nesses que perderam muita coisa pelo caminho, muita paciência, muito calor humano, muita e muito de tudo.
Devaneios e horas mais tarde, depois de um telefone constantemente a tocar, de um constante barulho ao meu ouvido vem o pior barulho de todos, o das discussões (que apesar de não ser real, ouço-o bastante bem). Discussões sobre coisas que não acho mal dizer, discussões de coisas que acham que eu sou e discussões sobre coisas que eu nem percebo porque é que são ditas. Discussões, algumas com conteúdo, que me fazem vir de autocarro a pensar porque é que ainda aqui estou. Porque é que não estou a ser quem sempre quiz, independente, lutadora e uma verdadeira leoa. Estou presa a tudo aqui, desde as pessoas ao trabalho. Estou presa a pessoas que já aqui nem estão.. E ainda assim não estou presa, porque a minha mente quer fugir. Todos os dias penso como seria fazer as malas e abandonar esta vida, este país sem esperança. Como seria lutar por algo novo, lutar por mim mesma, por algo que me faça sorrir.
Hoje saí do autocarro a pensar que ainda não sou quem quero ser. Hoje saí a pensar que não entendo estas pessoas, e que acima de tudo não me entendo a mim mesma. Hoje pensei que se pegasse nas malas e voasse daqui para fora, sem dizer nada a ninguém não me importaria, pois o cansaço é tanto que não ligaria nenhuma a abandonar tudo. Hoje não consigo ver o bem que a amizade me fez, o bem que é estar com a pessoa que sempre quiz estar, hoje não consegui ver nada, senão como seria bom pegar em tudo e ir-me embora de vez, sem deixar rastro.
Com todos estes pensamentos, com todos estes sentimentos tive vontade de criar. Hoje tive vontade de vomitar tudo para a tela, pegar numa modelo e conseguir exprimir-me. Hoje queria ter deitado tudo cá para fora e não consegui, tudo ficou preso em mim como palavras que nunca disse e que sei que nunca direi. Hoje pensei que, as acções de cabeça quente são de facto as mais sentidas, as mais sinceras e as mais verdadeiras. Hoje tive vontade de criar e não o fiz. Hoje tive vontade de chorar a todas as horas do meu dia, apeteceu-me estar ao pé do meu pai e simplesmente chorar de cansaço de tudo e de todos. Nem a fotografia me satisfez, porque eu quero é criar, falar, comunicar. Eu quero expressar-me.
Hoje a minha mãe não me tirou jantar, hoje não ficou aqui comigo e mais uma noite, estou sozinha. Cada vez mais assim me sinto, perto de todos e ainda mais longe de tudo. Hoje sinto-me fechada no meu mundinho que podia mudar 360º e eu não me importaria. É aquele dia que o coração está cheio de sentimentos e que ninguém devia ouvir o que eu tenho para dizer porque, das duas uma, ou teriamos uma grande discussão ou a pessoa ficaria completamente passiva aos meus miares de cabeça e coração quentes.
Hoje é sem dúvida um dia para esquecer, mas que eu sei que será inesquecível. Infelizmente, não pelas boas razões.
quarta-feira, setembro 01, 2010
September
Setembro...
Um mês aguardado há uns bons tempos, mas que muita indecisão traz acima da mesa. Que traz opções e escolhas, amargura e (espero eu) bons resultados.
O meu Setembro começa (espero eu) com um sorriso novo, mais branco e mais confiante. Um quarto melhorado, arrumado e branco - como a mais ampla e limpa tela. Uns toques de roxo para ilustrar a irreverência pela qual sou conhecida desde jovem. Um quarto cheio de força para ir contra tudo e contra todos, para triunfar e alcançar aqueles sonhos que sei que me farão sorrir.
Praia, descanso e depois, carga e descarga de energia na fotografia. Flashes, maquilhagem, modelos. Luta pela expressão que há tanto tempo deixei para trás. Onde foi a minha força? Aos poucos fui-me deixando assentar, mas eu nunca fui assim! Eu nunca fui de assentar e é melhor que lute pela minha força e personalidade, antes que seja apenas parte da multidão - algo que sempre prometi a mim mesma que não seria!
Vou tentar correr por felicidade, pelos meus sonhos, por um bom estúdio e por um bom lugar ao sol... onde hajam mulheres bonitas para fotografar, ideias para pintar e criatividade para dar e vender!
Setembro na moda é o Janeiro do ano. E para mim será mesmo. Vai ser o meu ano novo, um ano cheio de objectivos que já se deviam ter concretizado mas foram postos em Hold. Mas é agora que eu tenho de apostar, os anos já se passaram e parece que fiquei como um volcão adormecido na minha própria consciência, misturada com as minhas ideias e fruatração constante.
Está na hora de pegar nas rédeas do meu caminho e mostrar ao mundo o meu potencial, a minha força e a minha preservancia.
I said it before and I will say it again:
Um mês aguardado há uns bons tempos, mas que muita indecisão traz acima da mesa. Que traz opções e escolhas, amargura e (espero eu) bons resultados.
O meu Setembro começa (espero eu) com um sorriso novo, mais branco e mais confiante. Um quarto melhorado, arrumado e branco - como a mais ampla e limpa tela. Uns toques de roxo para ilustrar a irreverência pela qual sou conhecida desde jovem. Um quarto cheio de força para ir contra tudo e contra todos, para triunfar e alcançar aqueles sonhos que sei que me farão sorrir.
Praia, descanso e depois, carga e descarga de energia na fotografia. Flashes, maquilhagem, modelos. Luta pela expressão que há tanto tempo deixei para trás. Onde foi a minha força? Aos poucos fui-me deixando assentar, mas eu nunca fui assim! Eu nunca fui de assentar e é melhor que lute pela minha força e personalidade, antes que seja apenas parte da multidão - algo que sempre prometi a mim mesma que não seria!
Vou tentar correr por felicidade, pelos meus sonhos, por um bom estúdio e por um bom lugar ao sol... onde hajam mulheres bonitas para fotografar, ideias para pintar e criatividade para dar e vender!
Setembro na moda é o Janeiro do ano. E para mim será mesmo. Vai ser o meu ano novo, um ano cheio de objectivos que já se deviam ter concretizado mas foram postos em Hold. Mas é agora que eu tenho de apostar, os anos já se passaram e parece que fiquei como um volcão adormecido na minha própria consciência, misturada com as minhas ideias e fruatração constante.
Está na hora de pegar nas rédeas do meu caminho e mostrar ao mundo o meu potencial, a minha força e a minha preservancia.
I said it before and I will say it again:
I want the world and I am not a patient person
keys:
Fotografia,
Pensamentos,
Ramble,
Revolta,
Up to date
sexta-feira, agosto 27, 2010
She told me so
I want to be the one that got there and kept the integrity intact.
I want to say that I made it and I got there by my own
One day you'll be watching me saying it
And you'll think by a second
"She told me so"
I want to say that I made it and I got there by my own
One day you'll be watching me saying it
And you'll think by a second
"She told me so"
keys:
Fotografia,
Pensamentos,
Portugal,
Revolta,
Sonhos
domingo, julho 25, 2010
.
I will cry but I will bounce back eventually.
So be real and don't make me feel insecure since I can do so much better than this.
So be real and don't make me feel insecure since I can do so much better than this.
sexta-feira, julho 16, 2010
True friends.
Adoro descobrir coisas meses depois que acho super interessantes para ilustrar o verdadeiro carácter das pessoas, mas a verdade é que me estou a cagar pois não esperava outra coisa de vós. Glad I never counted on you for anything. And I am glad you're not a part of my life anymore, because really, I would be dreadfully ashamed of having you people as friends.
Televisão
Eu não sou de ler revistas e certamente também não era e ler jornais... pelo menos até agora, que os recebo em mão, das mais variadas editoras e com os mais variados textos. Foi assim que me apercebi de uma forte luta que a SIC anda a travar para manter as audiencias e (ao que parece) força para se manter aberta e com pujança. Ao que parece (também!) tem tentado concorrer com a TVI (que se encontra em primeiro lugar) e com a RTP, que com formatos mais public friendly tem ganho bastante terreno. E agora começa a minha divagação, sobre a SIC, apesar do meu divórcio recente com a televisão em geral.
Eu sou do tempo em que acordava buéé cedo (tipo 7 ou 8 da manhã) ao fim de semana para ver a Ana Malhoa a cantar com o buereré. Eu acordava literalmente a essa hora ao fim de semana para ver os desenhos animados que, com as cores fortes e histórias divertidas me faziam acordar a horas hoje obrigatórias. Também me lembro dos inúmeros filmes de qualidade que a SIC passava, lembro-me de todos do 007, do Sozinho em Casa e do Beethoven. Lembro-me quando eles eram pioneiros em tudo, desde os miúdos até aos graúdos. Os programas da manhã eram os mais vistos pelos velhinhos (pelo menos a minha avó via sempre a Fátima Lopes) e o telejornal era concreto mas bem informativo. O que aconteceu?
Na minha opinião, acho que a SIC se deixou perder. Deixou de apostar, com o medo de que não resultassem as escolhas que fizessem e encostaram-se às audiências que já tinham, sem lhes oferecer boas e novas opções. Encostou-se CLARO às novelas da Globo, que já não são o que eram. Antes eu lembro-me de ver milhentas delas e até as consigo nomear: "Explode Coração", "A indomada", "Torre de Babel", "Salsaemerengue", "New wave", "O Clone"... Aliás, lembro-me da minha tia quando eu era mais nova, parar para ver a Salsaemerengue... Parar! Agora os nomes das novelas perdem-se no meio do desinteresse do público, que já não entende a vida brasileira e o ritmo que levam. Qual a solução arranjada? Copiarem formatos de novelas e séries de uma qualidade bem inferior. Temos agora a "Lua Vermelha", uma cópia do terrível Twilight. Tinhamos a Floribela, uma cópia da Floribela Brasileira e espanhola. Pior que tudo isso, novelas inteiras dobradas em português... Qual é o objectivo disso? É ridículo.
Os programas da manhã também estagnaram. A Fátima Lopes bem que ia mudando o espacinho dela, mas não haviam grandes e novos segmentos. As piadas eram más, os cenários eram deprimentes e as histórias que lá levaram... Por favor, deprimente ao quadrado! As bandas eram constantemente as mesmas e sinceramente, desistiram de procurar novos talentos, porque simplesmente em Portugal nem os deve haver!!
A informação também não prima pelo interesse, e os desenhos animados desistiram para o mundo. Séries que nos agarravam como o Pokemon e outras tais de grande comercialidade, puff, já eram! Lembro-me de ver o Homem Aranha e adorava, apesar de não seguir com regularidade! Aliás, ainda me lembro de discutir com a minha mãe e de chegar atrasada à escola para ficar a ver Marmalade Boy em casa, a história de amor deles os dois era a novela que precisava quando andava no 7º ano. Assim se vê o que eu já gostava de manga.
Então para mim é óbvio que a SIC não piorou.. desistiu e estagnou.. enquanto as outras se tornaram melhor. É verdade que a TVI tem um maior SHARE que a RTP mas ambas têm públicos muito distintos (pelo menos na minha opinião). A TVI sempre teve uma visão mais emocional, mais dramática da coisa. Todos os seus programas apostam nisso, desde as novelas indecentes para as faixas etárias que se destinam, até aos programas da manhã e da tarde a falar de dramas pessoais que devem ser guardados em casa ou presenteados a alguém mais Oprah e menos Júlia Pinheiro. Já a RTP tomou um caminho mais cultural, abraçou os registos do antigamente e misturou-os com um presente de pés bem assentes no chão. Apostou nos programas culturais (Como o "Quem quer ser milionário" e "O elo mais fraco"), apostou na informação clara, concisa e livre de excessos e acima de tudo, apostou em séries. SIM Séries! É esse o segredo, mostrar ao país boas séries para que eles entendam o que de melhor se faz no estrangeiro. Eu fico presa, imagino o resto do país! A Sic tem de crescer em muitos sentidos.. e eu até tenho a solução para isso:
Eu sou do tempo em que acordava buéé cedo (tipo 7 ou 8 da manhã) ao fim de semana para ver a Ana Malhoa a cantar com o buereré. Eu acordava literalmente a essa hora ao fim de semana para ver os desenhos animados que, com as cores fortes e histórias divertidas me faziam acordar a horas hoje obrigatórias. Também me lembro dos inúmeros filmes de qualidade que a SIC passava, lembro-me de todos do 007, do Sozinho em Casa e do Beethoven. Lembro-me quando eles eram pioneiros em tudo, desde os miúdos até aos graúdos. Os programas da manhã eram os mais vistos pelos velhinhos (pelo menos a minha avó via sempre a Fátima Lopes) e o telejornal era concreto mas bem informativo. O que aconteceu?
Na minha opinião, acho que a SIC se deixou perder. Deixou de apostar, com o medo de que não resultassem as escolhas que fizessem e encostaram-se às audiências que já tinham, sem lhes oferecer boas e novas opções. Encostou-se CLARO às novelas da Globo, que já não são o que eram. Antes eu lembro-me de ver milhentas delas e até as consigo nomear: "Explode Coração", "A indomada", "Torre de Babel", "Salsaemerengue", "New wave", "O Clone"... Aliás, lembro-me da minha tia quando eu era mais nova, parar para ver a Salsaemerengue... Parar! Agora os nomes das novelas perdem-se no meio do desinteresse do público, que já não entende a vida brasileira e o ritmo que levam. Qual a solução arranjada? Copiarem formatos de novelas e séries de uma qualidade bem inferior. Temos agora a "Lua Vermelha", uma cópia do terrível Twilight. Tinhamos a Floribela, uma cópia da Floribela Brasileira e espanhola. Pior que tudo isso, novelas inteiras dobradas em português... Qual é o objectivo disso? É ridículo.
Os programas da manhã também estagnaram. A Fátima Lopes bem que ia mudando o espacinho dela, mas não haviam grandes e novos segmentos. As piadas eram más, os cenários eram deprimentes e as histórias que lá levaram... Por favor, deprimente ao quadrado! As bandas eram constantemente as mesmas e sinceramente, desistiram de procurar novos talentos, porque simplesmente em Portugal nem os deve haver!!
A informação também não prima pelo interesse, e os desenhos animados desistiram para o mundo. Séries que nos agarravam como o Pokemon e outras tais de grande comercialidade, puff, já eram! Lembro-me de ver o Homem Aranha e adorava, apesar de não seguir com regularidade! Aliás, ainda me lembro de discutir com a minha mãe e de chegar atrasada à escola para ficar a ver Marmalade Boy em casa, a história de amor deles os dois era a novela que precisava quando andava no 7º ano. Assim se vê o que eu já gostava de manga.
Então para mim é óbvio que a SIC não piorou.. desistiu e estagnou.. enquanto as outras se tornaram melhor. É verdade que a TVI tem um maior SHARE que a RTP mas ambas têm públicos muito distintos (pelo menos na minha opinião). A TVI sempre teve uma visão mais emocional, mais dramática da coisa. Todos os seus programas apostam nisso, desde as novelas indecentes para as faixas etárias que se destinam, até aos programas da manhã e da tarde a falar de dramas pessoais que devem ser guardados em casa ou presenteados a alguém mais Oprah e menos Júlia Pinheiro. Já a RTP tomou um caminho mais cultural, abraçou os registos do antigamente e misturou-os com um presente de pés bem assentes no chão. Apostou nos programas culturais (Como o "Quem quer ser milionário" e "O elo mais fraco"), apostou na informação clara, concisa e livre de excessos e acima de tudo, apostou em séries. SIM Séries! É esse o segredo, mostrar ao país boas séries para que eles entendam o que de melhor se faz no estrangeiro. Eu fico presa, imagino o resto do país! A Sic tem de crescer em muitos sentidos.. e eu até tenho a solução para isso:
- Logo de manhã darem pelo menos uma hora de desenhos animados, para os putos pedirem às mães para ver enquanto comem os cereais. Eles têm muita força no que pedem.
- Seguir os programas da manhã, com um formato mais intelectual a mostrar o nosso país. Apostem num apresentador coerente e divertido, acompanhado de uma mulher bonita que o ajude a apresentar para os velhinhos. Viagem pelo nosso Portugal, façam segmentos em museus, meu deus, explorem por amor de Deus o nosso país. E sejam divertidos no que fazem, as pessoas querem animação e não desanimação.
- E que tal um programa de culinária? Ainda se lembram? Eu lembro de alguns que adorava ver, e hoje em dia muitas jovens gostavam de aprender a cozinhar para os namorados ou mesmo para elas próprias.. Apostem!
- De tarde, Telejornal simples, conciso... Espanha style
- De tarde, programas pequenos de estilo "Quem quer ganha" ou "Passa a Palavra" (que eu adorava em Espanha!), além de um programa de duas horas para os velhinhos de tarde. Eles gostam e o comum dos mortais está a trabalhar!
- Uma boa série ao fim do dia, para quando os trabalhadores chegam a casa.. Ou isso ou uma série para os mais novos, o que não faltam é séries apelativas aos mais jovens, é só comprar e passar!
- Jornal da Noite, dispensa-se excessiva repetição de reportagens da noite anterior ou sketches do Jornal do Almoço, thank you!
- Programa de cultura, perguntas CULTURAIS, sei lá. Ou isso ou uma série, um filme, qualquer coisa que não sejam programas para atrasados mentais ou coisas sem desenvolvimento mental absolutamente nenhum! Apostem na produção nacional, com guiões adaptados de séries interessantes e com ACTORES como deve de ser.. Dispensam-se os modelos que Falam-assim-a-ler-o-teleponto.
- À noite (não necessariamente às 3 da manhã!), um bom filme, uma boa série. Repassem séries de qualidade, algo que prenda aqueles que ficam a ver televisão a essa hora. Séries históricas, de ficção ciêntifica.. Hello? Mercado internacional tem imensas.
Foi só um desabafo meu. Porque tenho pena, eu gostava mesmo muito da SIC... era a minha favorita desde muito muito jovem.
quarta-feira, junho 30, 2010
No fundo no fundo..
A busca do coelho branco continua, à medida que entro mais fundo no buraco debaixo da do sobreiro descubro pouco a pouco o que quero realmente fazer, quem quero realmente ser e como posso atingir esse meu estado de Nirvana, que tão longínquo se parece.
Ando a ver de cursos. Ando confusa com esta oferta, ando aterefada demais com a procura. De volta do Russo e do Japonês, que tanto tempo me consomem (e cabeça!), misturo a minha procura com Workshops, com Cursos e com algum exercício físico... Senão não tarda sou uma valente fat.
Resumindo, mal tenho tempo para me olhar no espelho.. Entre problemas no trabalho, fotografias para editar e trabalhos de casa aos montões, apenas tenho aquele tempinho para respirar e mergulhar de novo na confusão e big mess que está a minha vida. Estou desapontada comigo mesmo mas pretendo voltar a cair nas minhas boas graças. Quero mais para mim, quero mais da minha vida e decididamente quero mudar um montão de coisas. Vou aos passinhos pequeninos, para me melhorar a mim como pessoa mas também como cidadã do mundo. Quero mais hábitos e outros sorrisos. Quero acomplishments e personal goals.
Em suma, quero tudo sem fazer nada.. Realmente até sou o típico português.
Resumindo, mal tenho tempo para me olhar no espelho.. Entre problemas no trabalho, fotografias para editar e trabalhos de casa aos montões, apenas tenho aquele tempinho para respirar e mergulhar de novo na confusão e big mess que está a minha vida. Estou desapontada comigo mesmo mas pretendo voltar a cair nas minhas boas graças. Quero mais para mim, quero mais da minha vida e decididamente quero mudar um montão de coisas. Vou aos passinhos pequeninos, para me melhorar a mim como pessoa mas também como cidadã do mundo. Quero mais hábitos e outros sorrisos. Quero acomplishments e personal goals.
Em suma, quero tudo sem fazer nada.. Realmente até sou o típico português.
quinta-feira, maio 27, 2010
Diários de uma recepcionista III
Hoje estou farta. Hoje estou farta deste emprego, destas pessoas e acima de tudo de que achem que tenho sempre um plano maquiavélico no meu subconsciente que vai destruir esta empresa tão bem construída sobre os ombros dos empregados. Hoje estou farta de estar completamente isolada num quadradinho, no meio de uma sala, onde, apesar de haver sorrisos, são fracamente esboçados, os bons dias não são sentidos e eu não sinto particular afinidade com ninguém. Hoje estou farta de sentir saudades dos meus miúdos, da minha fotografia e de não poder sorrir inocentemente com coisas que se poderiam passar, e que não passam, infelizmente na minha vida. Hoje cansei-me do meu quadradinho e cansei-me de estar aqui, provavelmente é daquelas minhas coisas, que eu me canso e amanhã, já depois do descanso, já estou pronta a ficar cansada novamente. Mas efectivamente, hoje, estou fartinha deste meu quadradinho, das pessoas me interpretarem mal, de não me quererem conhecer e de não se preocuparem com o que eu posso ter querido dizer com frase x ou y. Hoje cansei-me dos erros dos outros serem tomados como os meus, de levar raspanetes que não mereço e que não me são dirigidos. Hoje estou simplesmente farta. Dos carros, da empresa, dos telefonemas e acima de tudo, das crianças. E apetecia-me algo forte, não saltar deste 9º piso mas pelo menos sair porta fora e mandar todos à merda.
Suponho que este seja o sentimento de todos os que trabalham, mas se todos sentem o mesmo, porque agem da mesma forma para que os que o rodeiam se sintam assim mesmo? Enfim.
Suponho que este seja o sentimento de todos os que trabalham, mas se todos sentem o mesmo, porque agem da mesma forma para que os que o rodeiam se sintam assim mesmo? Enfim.
A música de hoje...
terça-feira, maio 18, 2010
Um dia
Um dia... um dia vou acordar bem cedo e mandar à fava tudo e todos. Enterro o meu amor debaixo de uma pedra, mando-te pastar a ti e às tuas incertezas, alugo um quarto, fujo para outro país e começo a vida como fotógrafa freelancer.
Depois acordo, e lá está, esse dia ainda não é hoje.
sexta-feira, abril 09, 2010
quinta-feira, março 18, 2010
Odeio odeio
Há coisas que eu odeio mesmo:
Sim, acordei rabugenta e monstra, acordei porque sinceramente estava a ter um sonho muito bom e fui incomodada com coisas alheias a mim. Odeio isso. To top this horrible waking up só me vai safar uma bela taça dos meus moranguinhos de serviço, com uma montanha de açúcar em cima deles.


- Odeio acordar estupidamente cedo com os saltos da minha mãe, ou com a TSF dela, ou com o que quer que seja;
- Odeio acordar às 8 da manhã com uma broca a perfurar a parede da vizinha não sei de onde, e não conseguir dormir durante meia hora pelo barulho de martelos e mais não sei o quê;
- Odeio que liguem cá para casa quando estou a dormir, odeio o som do telefone, odeio ter de me levantar e odeio ter de ir ver quem é. O que odeio mais que isso tudo, é quando o telefonema nem é para mim;
- Odeio dormir até ao meio dia porque não consegui dormir tudo por diversas situações inesperadas ligadas ao meu "durante sono"
Sim, acordei rabugenta e monstra, acordei porque sinceramente estava a ter um sonho muito bom e fui incomodada com coisas alheias a mim. Odeio isso. To top this horrible waking up só me vai safar uma bela taça dos meus moranguinhos de serviço, com uma montanha de açúcar em cima deles.


quarta-feira, fevereiro 17, 2010
?
Tenho um feeling que a minha estadia no centro será mais curta do que o planeado. Just say'in
Gotta run!
Gotta run!
Almada sem violência e sem crime.
A verdade é que me revolta estas coisas, este tipo de educação que tem sido dado aos nossos jovens de hoje, a falta de mão, a falta de educação e certamente a falta de respeito pelas pessoas mais velhas. Revolto-me ainda mais quando acontece com uma pessoa por quem eu tenho tanto respeito, que eu sei que ajuda toda a gente e que eu sei que toda a vida odiou injustiças para todos os que não as mereceram. Pois, estava o meu pai muito bem a ir para o Escritório quando 4 miúdos ranhosos de idades compreendidas entre 17 e 18 anos (todos brancos, se estavam a questionar-se sobre a etnia) estavam a abusar de 2 outras raparigas da mesma idade ou inferior na rua (note-se que o meu pai tem duas filhas e certamente que gostaria que se fossemos nós, alguém tivesse agido da mesma forma). Aparentemente começou com uma brincadeira de balões de água, até as meninas terem levado com tantos que se chatearam de estarem ensopadas. É nessa linha ténua que deixa de ser uma brincadeira para ser agressão. E assim sendo já lhes estavam a bater e a maltratar. O meu pai, actuando de forma cívica foi avisá-los para eles pararem de as incomodar, quando eles (provavelmente com muita raiva interior) se viraram ao meu pai. O meu pai, já nos seus 50 (52 na verdade), tem ainda bastante força e acredito que muita genica dos seus dias passados, mas com 4 não há forma de combater nunca. Ainda mandou um ao chão e rasgou as calças a outro mas, no meio da agressão física que sofreu e dos insultos que lhe foram sendo ditos ao longo da luta (do género: "Vamos Matar-te! Vais ver" e cenas do género) levou pontapés na cabeça, murros, dedadas e unhadas e pisadelas. Note-se que estamos a falar de uma pessoa de 50 anos. Isto para mim parece-me imensamente irreal. As miúdas dispersaram rapidamente e os individuos assim que conseguiram soltar-se fugiram, conseguindo não ser apanhados pela polícia. No final? O meu pai tem um hematoma gigante na testa e uma pisadela também na testa. Magoou-se no braço e ficou demasiado abatido para acabar um trabalho que tinha para entregar no dia seguinte. Teve de ir para casa, pôr Betadine e provavelmente hoje terá dores enormes no corpo, pois ter ido ao chão tem de ter as suas consequências. Diagnóstico: daqui a uma semana está bom, entre olhos negros e dores musculares. Chegados à 1:30 da manhã, pouca vontade havia para alguma coisa, havia sim preocupação, revolta e muito cansaço da parte de todos. Queixa será apresentada, mas para mim era mais que isso, era eles apanharem de igual forma. Isto está o caos e para mim, um enxerto era o que eles mereciam, algo bem dado e bem arreado como resultado das suas acções. Mas eu não só não tenho muita fé no Karma, como não tenho fé nenhuma na Justiça de Portugal.
É o presente por ter agido civicamente, e é o país em que vivemos.
quinta-feira, fevereiro 11, 2010
Grrr pessoas como ela
Eu juro que não entendo a incompetência das pessoas, assério que não! Estou há uma semana a dizer que vou a uma consulta médica para ser operada, já disse e já repeti essa informação que parece não entrar nos ouvidos da patroa. Esta mesma alma, por ser incrivelmente mal organizada esqueceu-se de avisar a senhora que vai de manhã para me tentar substituir e a Simone ficou sozinha. A culpa é de quem? Minha pela incompetência deste ser que é patrão mas só para limpar a casa no que toca aos valores deixados pelos pais dos meninos? Entende que se há-de fazer de uma determinada forma o arranjo do material, no entanto não é ela que trabalha com as condiçoes que pede. Ela é totalmente ideológica e utópica, algo que nem na cabeça dela funciona, por se verem situações como a de hoje acontecerem.
É nestes dias que eu gostava de ser patroa, de mim mesma! Pronto!
É nestes dias que eu gostava de ser patroa, de mim mesma! Pronto!
keys:
Diary,
Pensamentos,
Revolta
sexta-feira, janeiro 15, 2010
News
Definitivamente tenho de começar a deitar-me mais cedo e a levantar-me mais cedo. Sim, porque isto não é vida para ninguém, esta forma de estar, não fazer nada a manhã toda. Ou pelo menos não é vida para mim.
Almoçar e Trabalhar, natação, ver o bebé e ir para a quinta do conde.
e ele já está a caminho.. chega dia 18
Almoçar e Trabalhar, natação, ver o bebé e ir para a quinta do conde.
e ele já está a caminho.. chega dia 18
domingo, dezembro 20, 2009
Ciumes atchim
Doime a cabeça, estou farta de espirrar e acho que estou a ter um enorme ataque de ciúmes. Com ou sem fundamento ele está a aparecer, e eu estou demasiado doente para ter alguma coerência nesta cabeça! God, os Homens deviam ter sempre noção de como a mulher está sempre certa e o melhor é nem críticar! NUNCA!
quarta-feira, dezembro 09, 2009
Estágio VS Trabalho
Pá, lá venho eu revoltar-me de novo neste meu espacinho. É que juro que não entendo. Nos classificados de emprego nada diz que precisam de empregados, de pessoas efectivas para determinados postos de trabalho, no entanto todas as semanas a minha caixa do correio enche-se de newsletters para possiveis e eventuais estágios não remunerados! Quer dizer, anda uma pessoa à procura de trabalho para ser substituida por outra que nada sabe fazer! Eu acho isto uma vergonha, ser permitido que as empresas ajam desta forma, devia haver um número mínimo de trabalhadores e um valor extra de estagiários, não é ocuparem o lugar uns dos outros! Assim não é possível encontrar trabalho de forma alguma, e eu acho isto vergonhoso e revoltante!
Copyright 2010 Raquel Marques.


