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terça-feira, março 15, 2011
quarta-feira, janeiro 26, 2011
Groupies
Groupies from Greg Kadel Studios on Vimeo.
Fodasse, hoje é daqueles dias que me apetece mandar tudo à fava e simplesmente dedicar-me a isto.
Ah mas antes de sair, mandava todos à merda. Todos não, só a ela.
quinta-feira, janeiro 20, 2011
January ramble..
Não sei se é do frio agressivo ou se da má disposição matinal, mas acho que cheguei à conclusão que as quintas feiras são o meu worst day ever, só que todas as semanas. Durante a minha sempre curta mas sempre sentida como mais longa do que na verdade é, enquanto visualizava a paisagem de Lisboa, o rio, e tudo o que rodeia a grande e majestosa Ponte 25 de Abril, perdi-me nos meus pensamentos anti Portugal e num sonho de futuro que gostava de ter, longe daqui.
Depois pergunto-me.. É de mim? Querer algo maior, sonhar e não esperar que te entreguem tudo de mão beijada mas que te dêm permissão para pelo menos teres ambições? Parece-me que é apenas de mim. E apesar de não contar com a ajuda de ninguém, também dispenso pessoas que não me dão boas energias e força para subir, para me melhorar a mim mesma. Penso mil vezes que, para me puxar para baixo tenho eu mesma e a horrivel realidade em que vivemos, mas parece que não me consigo afastar daqueles que não têm fé no que quero e no que ambiciono. Quase que sinto que estou a lutar sozinha, com toda a gente, amigos e inimigo.
Provavelmente sou eu que tenho a mania da perseguição, provavelmente sou eu que não sei o que quero e o que é melhor para mim, mas como jovem de 22 anos não me cabe a mim descobrir? Lutar? Às vezes apetece-me meter-me no avião e desaparecer daqui, deste lugar cheio de más energias. Pensei mesmo hoje, para quê ficar? Subitamente lembrei-me que em breve estaremos em eleições e eu, que nem sei decidir nada de mim e que ando com imensas dúvidas existenciais, pergunto-me em quem hei-de votar. Todos me parecem falsos e ninguém vai mudar o país em que estou a viver. Nenhum deles vai contribuir em nada para facilitar a minha vida e também não me vai dar oportunidades para eu melhorar em nada. Além disso, e de enorme importância, é que não me vão proporcionar ajuda em nada, e provavelmente vão dificultar ainda mais a vida de toda a gente que até me tenha interesse em ajudar. Pensei em votar no Pato Donald, mas também nunca gostei dele..
Ontem foi o último dia do workshop. Saí de lá destroçada, sem saber ao certo porquê.. podiam ter sido várias as razões, o facto de perder contacto com pessoas com quem já criei alguns laços, ter-me sabido a pouco ou muito provavelmente pela falta de perspectivas que tenho em relação á fotografia. Procurava que o Mário, ainda que não ajudasse, proporcionasse um veículo de aprendizagem mais extenso do que um simples curso, que se demonstrasse mais aberto à possibilidade de estagiar e de aprender mais do que preciso. Criar mais confiança em mim mesma e ter uma "rede de segurança" a fazer o que mais gosto de fazer. Infelizmente isto não é uma opção e agora vejo-me sem rede. Basicamente, como no circo, tenho de caminhar de um lado para o outro da corda sem qualquer rede de segurança, apoio ou colchão lá em baixo (que me apare a queda). Mas acho que isso não me deveria deprimir (ainda que deprima). Não me devia afectar e eu devia simplesmente passar ao lado e ser mais forte e mostrar às pessoas que estão erradas. Tenho imenso para provar a toda a gente, aos meus pais, ao Mário e a todos aqueles que nunca acreditaram em mim. Tenho imenso para provar ao meu espelho que, todos os dias me enche de dúvidas e desilusões.
Depois pergunto-me.. É de mim? Querer algo maior, sonhar e não esperar que te entreguem tudo de mão beijada mas que te dêm permissão para pelo menos teres ambições? Parece-me que é apenas de mim. E apesar de não contar com a ajuda de ninguém, também dispenso pessoas que não me dão boas energias e força para subir, para me melhorar a mim mesma. Penso mil vezes que, para me puxar para baixo tenho eu mesma e a horrivel realidade em que vivemos, mas parece que não me consigo afastar daqueles que não têm fé no que quero e no que ambiciono. Quase que sinto que estou a lutar sozinha, com toda a gente, amigos e inimigo.
Provavelmente sou eu que tenho a mania da perseguição, provavelmente sou eu que não sei o que quero e o que é melhor para mim, mas como jovem de 22 anos não me cabe a mim descobrir? Lutar? Às vezes apetece-me meter-me no avião e desaparecer daqui, deste lugar cheio de más energias. Pensei mesmo hoje, para quê ficar? Subitamente lembrei-me que em breve estaremos em eleições e eu, que nem sei decidir nada de mim e que ando com imensas dúvidas existenciais, pergunto-me em quem hei-de votar. Todos me parecem falsos e ninguém vai mudar o país em que estou a viver. Nenhum deles vai contribuir em nada para facilitar a minha vida e também não me vai dar oportunidades para eu melhorar em nada. Além disso, e de enorme importância, é que não me vão proporcionar ajuda em nada, e provavelmente vão dificultar ainda mais a vida de toda a gente que até me tenha interesse em ajudar. Pensei em votar no Pato Donald, mas também nunca gostei dele..
Ontem foi o último dia do workshop. Saí de lá destroçada, sem saber ao certo porquê.. podiam ter sido várias as razões, o facto de perder contacto com pessoas com quem já criei alguns laços, ter-me sabido a pouco ou muito provavelmente pela falta de perspectivas que tenho em relação á fotografia. Procurava que o Mário, ainda que não ajudasse, proporcionasse um veículo de aprendizagem mais extenso do que um simples curso, que se demonstrasse mais aberto à possibilidade de estagiar e de aprender mais do que preciso. Criar mais confiança em mim mesma e ter uma "rede de segurança" a fazer o que mais gosto de fazer. Infelizmente isto não é uma opção e agora vejo-me sem rede. Basicamente, como no circo, tenho de caminhar de um lado para o outro da corda sem qualquer rede de segurança, apoio ou colchão lá em baixo (que me apare a queda). Mas acho que isso não me deveria deprimir (ainda que deprima). Não me devia afectar e eu devia simplesmente passar ao lado e ser mais forte e mostrar às pessoas que estão erradas. Tenho imenso para provar a toda a gente, aos meus pais, ao Mário e a todos aqueles que nunca acreditaram em mim. Tenho imenso para provar ao meu espelho que, todos os dias me enche de dúvidas e desilusões.
Hoje não me parece, talvez amanhã..
Talvez amanhã já esteja mais forte, mas hoje ainda devo ter angústia no meu peito, até ela passar, conto que o faça depressa.
sexta-feira, agosto 27, 2010
She told me so
I want to be the one that got there and kept the integrity intact.
I want to say that I made it and I got there by my own
One day you'll be watching me saying it
And you'll think by a second
"She told me so"
I want to say that I made it and I got there by my own
One day you'll be watching me saying it
And you'll think by a second
"She told me so"
keys:
Fotografia,
Pensamentos,
Portugal,
Revolta,
Sonhos
quarta-feira, agosto 11, 2010
Uma cabana
Como disse, mal tenho força para escrever o que me passa pelo peito. Ando constantemente angustiada nunca deixando de pensar que, mais cedo ou mais tarde, tenho de me despedir de ti. Tenho de te voltar a pôr na minha caixa de memórias fechada no coração para que nunca te odeie como odeio tanta gente. Se me trocares vai ser como uma facada profunda e eu nunca te vou conseguir perdoar. Mas também não sei o que fazer para te deixar ir, porque sinto uma dor tão grande e uma angústia tão forte que, como disse, nem escrever sobre isso quase consigo.
Disseste que eu queria um castelo e tu uma cabana, que eu queria fama e tu querias esgoto, mas a na verdade eu nunca quiz nada disso. Eu quero uma cabana, desde que ela seja contigo. Eu não quero fama se me deres protecção. Eu quero uma coisa real, que me faça sorrir todos os dias da minha vida, se não fores tu, não me importa mais com o que seja. E novamente sinto a angústia. Novamente me doi pensar que o meu caminho não te inclui nele porque acho que te devia incluir.
Foi a primeira vez que não me menti a mim mesma ao estar com quem gostava. Não tive de arranjar desculpas, sentir coisas falsas porque eras tu, a pessoa que eu sempre gostei. E isso foi a melhor sensação do mundo, não me sentir a mentir, não ter de usar máscara e não ter de jogar jogos em quem ia perder mais depressa o interesse. Nunca te dei tempo limite, sempre acreditei que, podia não ser para sempre mas que o tempo logo diria. Isso para mim é um passo gigante, como os quase dois largos anos que passei ao teu lado.
Mas com hei-de eu viver sem ti? Como hei-de estar ao teu lado e não te poder abraçar, como te deixar ir? Se eu te odiasse era fácil mas assim, assim não sei como fazer. Como não ir todos os fins de semana ter contigo e com a tua família, como não estra com os teus primos como tua namorada, como admitir a mim mesma que falhei, mais uma vez, e que tu não eras quem eu estava à procura? Como é que se deixa um grande amor para trás? Essa é a parte que eu ainda não sei, a parte que eu ainda não explorei e a parte que mais me corrºoi por dentro. Como é que eu te vejo com outra pessoa, como é que eu te vejo feliz e casado com outra rapariga que não te conhece nem à metade dos anos que eu conheço e fico feliz por ti? Doi-me tanto só de pensar, imagino sentir...
Realmente a vida não é injusta e certamente que o coração é quem causa as maiores injustiças. Mas a verdade é que eu acho que apenas não estamos no mesmo patamar. Ao contrário de ti, eu quero uma cabana agora. Tu quere-la daqui a alguns anos, depois de viveres os teus momentos de "castelo". Já não procuras alguém em quem confiar, alguém que não te vai trair e alguém que não te vai abandonar. Procuras um sentimento espontâneo que, sabes que vai embora mais cedo ou mais tarde, mas não estás a sentir a dor dessa altura, perseguindo-o de olhos vendados como se te mandasses de uma falésia bem alta para as rochas e mar lá em baixo.. E eu como tua amiga, e eu amando-te profundamente como amo, não te consigo impedir. E certamente que não saberei viver com isso.
Dizes que não gostas assim mais de mim, que já não é a mesma cena e que a relação não tem força. Que sabes que a falta de força provém de ti, mas que não vês o propósito em lutar. Há sempre um propósito para lutar, mais que não seja por a tal cabana que tu dizes querer. Aquela cabana que na verdade eu também quero, mas que tu não me queres dar. Queixas-te que sou independente mas nunca pude encostar o meu amor a ti, nunca pude deixar-me ir e descansar a minha constante luta ao teu lado. Estavas quando eu precisei mas eu preciso de ti sempre .Não é só nos piores momentos. A amizade não é só isso... E muito menos é o amor. Se calhar, como te disse, mais tarde havemos de nos encontrar de novo. Secalhar, mais tarde, havemos de nos apaixonar de novo, e eu hei-de te tirar da caixinha de sapatos do meu coração para deixar de novo de mentir ao meu coração. Talvez não te veja a casar com mais ninguém sem ser eu, talvez talvez. Na verdade eu não acredito nisso porque tu, tal como eu, no que toca aos sentimentos és impulsivo. Quando gostares vais mandar-te de cabeça e dizer "Ela é aquela!" quando na verdade não é. Não te vais lembrar que ela não te conhece, que nao sabe pelo que passaste e que não sabe o que dói continuar a teu lado. Nunca saberá o que é lutar por ti, o que é lutar contra todos e muito menos o que é perder-te. Como poderá ser ela a pessoa para ti? Com tão pouco sacrifício e tão pouco conhecimento do teu caminho? Tu sempre fizeste isso, deixaste que pessoas novas se metessem onde as velhas já cá andam há muito, e essa é provavelmente a parte que mais odeio em ti. Essa injustiça que crias, que me deixa sempre para trás.
Na verdade eu só sonho com aquela minha cabana, ao lado da praia, com um gato chamado Ghetto e contigo ao meu lado. Na verdade eu não preciso de fama, se te tiver a ti. Não preciso de me sentir como elas mostram nos videoclipes porque no fundo, a vida não é assim. Eu quero-me sentir eu mesma, real e sem máscaras, como me sentia quando estava contigo nos primeiros tempos. E para isso, qualquer cabana basta, qualquer carro "que me leve às estrelas basta", qualquer merda me basta, assério!, desde que tu estejas inserido no pacote.
Mas e agora? Depois de tudo isto, depois de todo este desabafo e de todo este amor, como te deixo partir? O meu problema não é recomeçar de novo, lutar por mim mesma, alcançar fama e ter um castelo. É conseguir isso tudo e tu não estares comigo, é eu conseguir tudo isso e estar ainda a querer a cabana, ao lado da praia contigo ao meu lado.
Disseste que eu queria um castelo e tu uma cabana, que eu queria fama e tu querias esgoto, mas a na verdade eu nunca quiz nada disso. Eu quero uma cabana, desde que ela seja contigo. Eu não quero fama se me deres protecção. Eu quero uma coisa real, que me faça sorrir todos os dias da minha vida, se não fores tu, não me importa mais com o que seja. E novamente sinto a angústia. Novamente me doi pensar que o meu caminho não te inclui nele porque acho que te devia incluir.
Foi a primeira vez que não me menti a mim mesma ao estar com quem gostava. Não tive de arranjar desculpas, sentir coisas falsas porque eras tu, a pessoa que eu sempre gostei. E isso foi a melhor sensação do mundo, não me sentir a mentir, não ter de usar máscara e não ter de jogar jogos em quem ia perder mais depressa o interesse. Nunca te dei tempo limite, sempre acreditei que, podia não ser para sempre mas que o tempo logo diria. Isso para mim é um passo gigante, como os quase dois largos anos que passei ao teu lado.
Mas com hei-de eu viver sem ti? Como hei-de estar ao teu lado e não te poder abraçar, como te deixar ir? Se eu te odiasse era fácil mas assim, assim não sei como fazer. Como não ir todos os fins de semana ter contigo e com a tua família, como não estra com os teus primos como tua namorada, como admitir a mim mesma que falhei, mais uma vez, e que tu não eras quem eu estava à procura? Como é que se deixa um grande amor para trás? Essa é a parte que eu ainda não sei, a parte que eu ainda não explorei e a parte que mais me corrºoi por dentro. Como é que eu te vejo com outra pessoa, como é que eu te vejo feliz e casado com outra rapariga que não te conhece nem à metade dos anos que eu conheço e fico feliz por ti? Doi-me tanto só de pensar, imagino sentir...
Realmente a vida não é injusta e certamente que o coração é quem causa as maiores injustiças. Mas a verdade é que eu acho que apenas não estamos no mesmo patamar. Ao contrário de ti, eu quero uma cabana agora. Tu quere-la daqui a alguns anos, depois de viveres os teus momentos de "castelo". Já não procuras alguém em quem confiar, alguém que não te vai trair e alguém que não te vai abandonar. Procuras um sentimento espontâneo que, sabes que vai embora mais cedo ou mais tarde, mas não estás a sentir a dor dessa altura, perseguindo-o de olhos vendados como se te mandasses de uma falésia bem alta para as rochas e mar lá em baixo.. E eu como tua amiga, e eu amando-te profundamente como amo, não te consigo impedir. E certamente que não saberei viver com isso.
Dizes que não gostas assim mais de mim, que já não é a mesma cena e que a relação não tem força. Que sabes que a falta de força provém de ti, mas que não vês o propósito em lutar. Há sempre um propósito para lutar, mais que não seja por a tal cabana que tu dizes querer. Aquela cabana que na verdade eu também quero, mas que tu não me queres dar. Queixas-te que sou independente mas nunca pude encostar o meu amor a ti, nunca pude deixar-me ir e descansar a minha constante luta ao teu lado. Estavas quando eu precisei mas eu preciso de ti sempre .Não é só nos piores momentos. A amizade não é só isso... E muito menos é o amor. Se calhar, como te disse, mais tarde havemos de nos encontrar de novo. Secalhar, mais tarde, havemos de nos apaixonar de novo, e eu hei-de te tirar da caixinha de sapatos do meu coração para deixar de novo de mentir ao meu coração. Talvez não te veja a casar com mais ninguém sem ser eu, talvez talvez. Na verdade eu não acredito nisso porque tu, tal como eu, no que toca aos sentimentos és impulsivo. Quando gostares vais mandar-te de cabeça e dizer "Ela é aquela!" quando na verdade não é. Não te vais lembrar que ela não te conhece, que nao sabe pelo que passaste e que não sabe o que dói continuar a teu lado. Nunca saberá o que é lutar por ti, o que é lutar contra todos e muito menos o que é perder-te. Como poderá ser ela a pessoa para ti? Com tão pouco sacrifício e tão pouco conhecimento do teu caminho? Tu sempre fizeste isso, deixaste que pessoas novas se metessem onde as velhas já cá andam há muito, e essa é provavelmente a parte que mais odeio em ti. Essa injustiça que crias, que me deixa sempre para trás.
Na verdade eu só sonho com aquela minha cabana, ao lado da praia, com um gato chamado Ghetto e contigo ao meu lado. Na verdade eu não preciso de fama, se te tiver a ti. Não preciso de me sentir como elas mostram nos videoclipes porque no fundo, a vida não é assim. Eu quero-me sentir eu mesma, real e sem máscaras, como me sentia quando estava contigo nos primeiros tempos. E para isso, qualquer cabana basta, qualquer carro "que me leve às estrelas basta", qualquer merda me basta, assério!, desde que tu estejas inserido no pacote.
Mas e agora? Depois de tudo isto, depois de todo este desabafo e de todo este amor, como te deixo partir? O meu problema não é recomeçar de novo, lutar por mim mesma, alcançar fama e ter um castelo. É conseguir isso tudo e tu não estares comigo, é eu conseguir tudo isso e estar ainda a querer a cabana, ao lado da praia contigo ao meu lado.
quarta-feira, julho 21, 2010
Os 22

Bem, mais um ano. Não queria deixar passar este dia em branco, after all, foi o dia em que vim ao mundo. Não tenho muito para dizer, venho aqui um pouco como obrigação de não negligenciar o meu cérebro meio parado da curta noite que dormiu, mas o pouco que tenho, sinto que deve ser gravado aqui neste espacinho virtual, que é apenas (provavelmente) para os meus olhos.
Sinto que este ano é o meu ano. Acho que é o ano em que vou fazer por mim, vou fazer pelos meus sonhos e vou lutar por aquilo que realmente quero. Sinto que é este ano que vou completar a minha intangibilidade de coisas que tenho tentado e que é este ano que vou começar a conseguir. Vai ser certamente o ano que vou lutar por tudo o que acredito, que não me vou sentar mais numa secretária a atender telefones e que vou apostar nos meus dotes fotográficos. Acho que este vai ser, maioritariamente, o ponto a sublinhar este ano. Um ano passa depressa, portanto seria de valor daqui a exactamente um ano eu voltar a er este texto e ver se alguma coisa realmente mudou na minha vida.
Quanto a mudanças do ano passado acho que não foram muitas foram muitas. Experienciei muito, isso sim. Algumas coisas foram boas e outras foram menos boas. Não acho que nenhumas tenham sido particularmente más, pois todas foram proveitosas de uma forma ou de outra. Foi um ano de tristezas com a família, lutas no mundo do trabalho mas acima de tudo, muitas experiencias profissionais. Conheci tanta gente, tantos bons e maus peões no meu tabuleiro de xadrez que era capaz de ocupar todas as casas do mesmo (as brancas e as pretas).. Mas a verdade é que, os verdadeiros trunfos do jogo continuam a ser os mesmos. O rei e a rainha, os cavalos, as torres e os bispos. Todos os mesmos. E graças a Deus. Graças a Deus que ninguém desistiu do meu tabuleiro, que ninguém abandonou o campo de batalha e que ninguém se perdeu no meio dos peões. Alguns revelaram-se mas esses, até já estava um bocadinho à espera. Assim sendo acho que realmente cresci foi em termos profissionais. Cresci nos contactos de rede, aprendi muito e dei imenso de mim. Não me vou esquecer do brilhante Verão que me ia arrancando o coração do peito. Não me vou esquecer do Julio e da grande agência que ele ainda gere, praticamente sozinho. Não me vou esquecer dos meus meninos, de os ter acompanhado e de como (por apenas uns pedacinhos) consegui tocar em alguns dos seus futuros. Também não me vou esquecer das lutas para arranjar trabalho e do que alcancei com cada um dos degraus que subi na minha viagem profissional. E certamente que não me vou esquecer das pessoas com quem trabalho agora, verdadeiros exemplos a seguir que me orgulho de dizer que conheci. Verdadeiros marcos na minha vida, que graças a Deus ainda está bem longe de estar concretizada!
Tenho 22 anos apartir de hoje e tantos, mas tantos sonhos que até tenho medo que se concretizem todos. Anseio por viver e agora é que vai ser! Depois de aprender um pouco da vida tenho mais vontade que nunca de a viver, e isso sim nos dias de hoje é um luxo! Ter vontade de viver, de mudar e de não me conformar! E é com esta força que começo os meus 22, mais os sorrisos dos que me acompanham e um bom par de saltos altos, que toda a mulher merece!
PS: Tenho de mudar o header do blog, porque agora já são os "Miares Diletantes de uma Jovem de 22 anos"!
Sinto que este ano é o meu ano. Acho que é o ano em que vou fazer por mim, vou fazer pelos meus sonhos e vou lutar por aquilo que realmente quero. Sinto que é este ano que vou completar a minha intangibilidade de coisas que tenho tentado e que é este ano que vou começar a conseguir. Vai ser certamente o ano que vou lutar por tudo o que acredito, que não me vou sentar mais numa secretária a atender telefones e que vou apostar nos meus dotes fotográficos. Acho que este vai ser, maioritariamente, o ponto a sublinhar este ano. Um ano passa depressa, portanto seria de valor daqui a exactamente um ano eu voltar a er este texto e ver se alguma coisa realmente mudou na minha vida.
Quanto a mudanças do ano passado acho que não foram muitas foram muitas. Experienciei muito, isso sim. Algumas coisas foram boas e outras foram menos boas. Não acho que nenhumas tenham sido particularmente más, pois todas foram proveitosas de uma forma ou de outra. Foi um ano de tristezas com a família, lutas no mundo do trabalho mas acima de tudo, muitas experiencias profissionais. Conheci tanta gente, tantos bons e maus peões no meu tabuleiro de xadrez que era capaz de ocupar todas as casas do mesmo (as brancas e as pretas).. Mas a verdade é que, os verdadeiros trunfos do jogo continuam a ser os mesmos. O rei e a rainha, os cavalos, as torres e os bispos. Todos os mesmos. E graças a Deus. Graças a Deus que ninguém desistiu do meu tabuleiro, que ninguém abandonou o campo de batalha e que ninguém se perdeu no meio dos peões. Alguns revelaram-se mas esses, até já estava um bocadinho à espera. Assim sendo acho que realmente cresci foi em termos profissionais. Cresci nos contactos de rede, aprendi muito e dei imenso de mim. Não me vou esquecer do brilhante Verão que me ia arrancando o coração do peito. Não me vou esquecer do Julio e da grande agência que ele ainda gere, praticamente sozinho. Não me vou esquecer dos meus meninos, de os ter acompanhado e de como (por apenas uns pedacinhos) consegui tocar em alguns dos seus futuros. Também não me vou esquecer das lutas para arranjar trabalho e do que alcancei com cada um dos degraus que subi na minha viagem profissional. E certamente que não me vou esquecer das pessoas com quem trabalho agora, verdadeiros exemplos a seguir que me orgulho de dizer que conheci. Verdadeiros marcos na minha vida, que graças a Deus ainda está bem longe de estar concretizada!
Tenho 22 anos apartir de hoje e tantos, mas tantos sonhos que até tenho medo que se concretizem todos. Anseio por viver e agora é que vai ser! Depois de aprender um pouco da vida tenho mais vontade que nunca de a viver, e isso sim nos dias de hoje é um luxo! Ter vontade de viver, de mudar e de não me conformar! E é com esta força que começo os meus 22, mais os sorrisos dos que me acompanham e um bom par de saltos altos, que toda a mulher merece!
PS: Tenho de mudar o header do blog, porque agora já são os "Miares Diletantes de uma Jovem de 22 anos"!
quarta-feira, junho 30, 2010
No fundo no fundo..
A busca do coelho branco continua, à medida que entro mais fundo no buraco debaixo da do sobreiro descubro pouco a pouco o que quero realmente fazer, quem quero realmente ser e como posso atingir esse meu estado de Nirvana, que tão longínquo se parece.
Ando a ver de cursos. Ando confusa com esta oferta, ando aterefada demais com a procura. De volta do Russo e do Japonês, que tanto tempo me consomem (e cabeça!), misturo a minha procura com Workshops, com Cursos e com algum exercício físico... Senão não tarda sou uma valente fat.
Resumindo, mal tenho tempo para me olhar no espelho.. Entre problemas no trabalho, fotografias para editar e trabalhos de casa aos montões, apenas tenho aquele tempinho para respirar e mergulhar de novo na confusão e big mess que está a minha vida. Estou desapontada comigo mesmo mas pretendo voltar a cair nas minhas boas graças. Quero mais para mim, quero mais da minha vida e decididamente quero mudar um montão de coisas. Vou aos passinhos pequeninos, para me melhorar a mim como pessoa mas também como cidadã do mundo. Quero mais hábitos e outros sorrisos. Quero acomplishments e personal goals.
Em suma, quero tudo sem fazer nada.. Realmente até sou o típico português.
Resumindo, mal tenho tempo para me olhar no espelho.. Entre problemas no trabalho, fotografias para editar e trabalhos de casa aos montões, apenas tenho aquele tempinho para respirar e mergulhar de novo na confusão e big mess que está a minha vida. Estou desapontada comigo mesmo mas pretendo voltar a cair nas minhas boas graças. Quero mais para mim, quero mais da minha vida e decididamente quero mudar um montão de coisas. Vou aos passinhos pequeninos, para me melhorar a mim como pessoa mas também como cidadã do mundo. Quero mais hábitos e outros sorrisos. Quero acomplishments e personal goals.
Em suma, quero tudo sem fazer nada.. Realmente até sou o típico português.
segunda-feira, janeiro 18, 2010
Kutxie
Oh ele trata de mim, eu sei que ele trata.
À sua maneirinha estranha, eu sei que ele se preocupa.
Gosto tanto :)
À sua maneirinha estranha, eu sei que ele se preocupa.
Gosto tanto :)
terça-feira, janeiro 12, 2010
red
Copyright 2010 Raquel Marques.



