Mostrar mensagens com a etiqueta Family. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Family. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, março 30, 2011

Praha Memories - Part 2

Só para arrumar Praga, a minha doce Praga.. Tenho de lá voltar, tanto que ficou por fazer, tanto que ficou por fotografar.. mas há um mundo para descobrir e eu tenho toda uma ambição que quero deixar fluir depressa... Antes que me estanquem as veias.


Uma rua linda em Praga. O contraste ficou delicioso, graças ao sol, quentinho!

 Frio? Nem nada :)
 
Matchka, a gata mais linda, mais amorosa e mais fofa de Praga. Se não metesse foto dela não faria qualquer sentido a viagem!

Texturas bonitas nas ruas da cidade.

Adoro esta foto, Praga faz os meus olhos brilhar.

 Adorei a ilustração, a iconografia e a simplicidade. Tirei com um propósito, que agora já não faz sentido...

Hila is doing her magic, super professional, super adorable and very beautiful

Again, she was very focused on making Hanna even more beautiful.

 Cortadas, mas cumplices.

Praha Memories - Part 1

Passei finalmente as fotos de Praga, sweet Prague para o meu portatil. queria meter no face mas são memórias a mais para publicar à toa, onde todos podem ver. Por isso mostro apenas no meu cantinho :) E as próximas ficam para o próximo post..

 
 Oh aeroporto de Madrid, Espanha.. Um dia vais-me receber permanentemente..


Ruazinha de Praga, bem bom


O pai na street, é um gangsta

Pai e filhota, num frio de rachar a cabeça.

 Qui fio, mas com este casaco, nada trespassa hihi.

Uma estatua que me capturou o olhar. O meu lado geek de informação turistica a vir ao de cima.

Eu na ponte, cheia de frio e toda encolhida!

Estava uma humidade có fashavor.

 Beautiful detail on the bridge, it shines beautifully in the sun.
 
A mãe snapshot me feliz num starbucks quentinho.. A beber água!

Padrecito a fazer publicidade ao Starbucks. 

I just adore my sunglasses!

Architecture at it's best

Mais uma rua, desta vez a caminho do funicular.

Vai tu!

 Esta foto merece um comentário extenso: A mãe está zarolha a olhar contra o governo, o pai adormeceu depois de estar com uma ganda moca e eu sou uma pessoa extremamente obesa que vale pelos dois. Geez..

What if I say I'm not like the others?

O meu próximo background. 

Se fosse uma arma, era uma sniper.

A minha boina :( RIP boina. 

A mãe a ser um mamute anestesiado bem lindinho :)

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

Lutar contra a maré

É incrivel as facilidades que se criam pela medicina
e os entraves que surgem pela fotografia.

É como lutar contra a maré.. em tudo.
Desde o mundo aos meus pais, tudo parece contra produtivo. Tudo parece não me empurrar para cima e não me dar a mínima esperança. É incrível. I need a new day

sábado, janeiro 01, 2011

1.1.11

Ao som de um chill out que mistura a Sia com outros sons descansados, espero pela Jo que vem fazer-me companhia enquanto trabalhamos as duas, ela para o seu exame malvado, e eu para as fotos da Mary Jane que levaram uma viradinha.

Primeiro de tudo, e antes de começar o verdadeiro post queria aproveitar para agradecer ao meu amor, que aqui esteve comigo, ao meu lado, sendo a primeira pessoa do meu ano. Esteve ao meu lado, aconchegou-se a mim e deu-me o que eu mais gosto dele, a sua conversa, palavras e carinho. Obrigada príncipe, por teres passado de sapo a encantado e por valorizares a minha presença. Contigo ao meu lado quero mais, mais de mim e mais do mundo. Obrigada por me fazeres querer melhorar, fazeres sorrir e estares ao meu lado, já no início deste ano.


Agora, as minhas vontades para 2011... Ontem dei uma vista de olhos no blog e foi incrível como em um ano todas os meus desejos mudara.. para uma volta de 180º.. Então aqui seguem os meus não "novos" mas "actualizados" desejos:
  • Acabar o curso com sucesso, deixar uma boa impressão no Mário e estagiar com ele e outros fotógrafos, utilizando este ano para estudar, estabelecer contactos, definir um estilo e estabilizar a técnica. 
  • Deixar de ser tão má-lingua, sendo ao mesmo tempo crítica mas não má
  • Ser menos amarga e mais doce, este ano de 2010 sinto que amarguei para o mundo e criei uma cortina de ferro, que gostaria que se transformasse numa janela, onde pudessem entrar ou espreitar pessoas novas
  • Sorrir mais, melhorar o meu sorriso no exterior e no interior. 
  • Estar mais com quem realmente importa
  • Visitar a Rita na República Checa
  • Ficar com Ele mais este ano 
  • Viajar com ele
  • Contactar com pessoas estrangeiras
  • Organizar a minha vida de forma a poder praticar desporto (gym ou natação.. algo!) e ainda ter espaço para aprender japonês..
  • Poupar mais, gastar melhor o pouco que ganho
  • Fixar-me na fotografia, fazer disto vida e tornar o "ganha pão" em hobbie
  • Agradecer mais às pessoas que me fazem sorrir
  • Melhorar na fotografia, aumentar a cultura visual e abrir portas para novos mundos e ideais, passíveis de me abrirem portas na mente 
  • Estudar menos mas aprender sempre mais
  • Começar a trabalhar com modelos profissionais
  • Transformar a cozinha
  • Tratar melhor o Bolinhas, o Floco e a mim mesma.
  • Descansar mais e dormir melhor.
  • Definir prioridades com mais frequência, ser mais decidida e argumentar mais, em vez de discutir
  • Ajudar os outros no que puder, e felicitar-me por isso
  • Ajudar o bebé a conseguir alcançar os seus objectivos
  • Viajar, conhecer e explorar.
  • Fotografar
  • Menos net, mais mundo.
  • Menos imagens virtuais, mais imagens impressas
  • Mais photoshop e cada vez melhor.
  • Nova lente para a lover, e quiçá uma outra
  • Ser mais cuidada, menos consumista e mais verdadeira. Mais simples, mas com saltos altos. Definir um estilo, sorrir com ele. Orgulhar-me dele e de mim
Wow, acho que pedi demais.. Mas quem não tem sonhos.. Não tem nada. Agora é ver quais destes sonhos se tornarão objectivos e não apenas ideias.

Do ano passado aproveito para riscar os que alcancei, e os que abandonei (explicando as suas razões):

  • Ser mais feliz, algo que tentei este ano e que estranhamente me foi um pouco recusado
  • Melhorar mais no Japonês - abandonei-o novamente mas melhorei.. Quiçá um dia volte para ele, há amores que não morrem nunca
  • Passar na finalíssima - não era o meu caminho
  • Melhorar e interessar-me mais pelo meu russo - abandonei-o novamente mas melhorei.. Quiçá um dia volte para ele, há amores que não morrem nunca
  • Conhecer gente nova, mostrar-lhes o meu país e a minha cultura
  • Conseguir mudar a minha avó de lar para um com melhores condições - Agora é esperar que a levem, agora nem nos atrevemos a tal. Infelizmente
  • Deixar finalmente de roer as unhas (vá lá, estive quase este ano)
  • Escrever mais no meu blog, mais atentamente e melhores posts. - No fim do ano desleixei-me...
  • Fazer quem me rodeia mais feliz, mais completo e mais útil
  • Melhorar no Galileo, estagiar mais e conhecer outros empregos - Metade está feito, mas o Galileo não era o meu caminho...
  • Viver novas experiências e aumentar os meus conhecimentos, para alimentar a minha alma e a minha pessoa
  • Melhorar na fotografia, comprar um portátil e um flash para os resultados serem melhores.
  • Ser mais arrumada e mais organizada - Acho que por mais que tente, nunca vou conseguir.. Mas vou continuar a tentar, a pedir e a esperar que seja possível

segunda-feira, junho 14, 2010

Anti negligência

Tenho-me andado a portar mal em vários sentidos. Negligencio a minha casa e os meus amigos, ando mole e tenho saudades dos meus pais, que apesar de chatos fazem uma falta enorme. Queria ver se me escapulia do russo hoje para ter aula amanhã e ir ver a minha avó. Sinceramente é só pelo peso na consciência e pelo raspanete da minha mãe do que propriamente vontade de estar com aquela pessoa que já nem me conhece.

Os seus olhos brilham quando me vêem mas aquela cabecinha não me conhece de forma alguma. Apagou completamente, já não sabe o meu nome nem as milhentas discussões que tivemos enquanto viviamos na mesma casa. Definitivamente já não a vejo na minha vida e custa-me pensar assim, pois ela é a minha avó, a que eu sempre conheci e que sempre me ajudou e salvou de tudo o que eu podia pensar. Agora entro naquele lar, sabendo que a maltratam e que não a apoiam devidamente, para a encontrar deitada, dar-lhe um abraço que me aperta o coração e ter vontade de chorar por todas as vezes que ela discutiu comigo e agora é apenas uma tela em branco. Cumprimento as outras velhinhas, estas também abandonadas e que outrora critiquei os familiares por as deixarem sozinhas, vendo nos olhos delas que sentem o mesmo abandono que a minha avó agora sente. Fazem-me queixas, criticam o tratamento, a comida escassa e a vida que tinham que era bem melhor. As mais próximas da minha avó demonstram o abatimento nos seus olhos, que antes tinham com quem falar e agora é apenas um corpo vazio e uma mistura de fios cerebrais que não juntam palavras e frases. Despeço-me de todas e meto-me no carro para ir para casa, apanho fila a sair da zona de praias e fico deprimida a noite toda por abandonar a minha avó, não reconhecer a minha avó, estar duas horas com os tios deficientes do meu namorado e 30 minutos com a minha avó, e definitivamente ter de a ir ver de novo sem vontade nenhuma porque simplesmente ela não é ela e está tão distante.

Antes de ter divagado sobre o meu terrível e injustificável comportamento com a minha avó ainda me meti a divagar sobre o verão, algo que acabei por não desenvolver muito. Tendo em conta que ainda me lembro de algumas linhas creio que será sábio deixá-las escritas aqui no meu espacinho que, apesar de não ser lido por ninguém, me faz feliz por poder escrevinhar em algum lugar alguns pensamentos recônditos (e extensos).

O verão é realmente uma altura que eu adoro: faço anos, o meu namorado faz anos, há calor, há felicidade, as pessoas parecem mais leves, as roupas são mais leves e eu sinto mais vontade de sorrir com o sol (fonte de grande alegria para a minha vida - yeah, i'm that simple minded. Ainda assim há algo que odeio no Verão: todas as vezes que me tiras do sério. Todas as vezes que me passo com aquilo que achei que estava habituada no inverno, todos os dias em que queria que me desses algo mais e que me deixas presa e não mo dás.. e que não mo dás ,como disse, no inverno mas que no verão parece mais ultrajante que não o faças. O Verão passado passei as passas do Algarve contigo, com as injustiças que sentia e com as minhas dúvidas na nossa relação. Dava-me os calores só de pensar na quantidade de vezes que chorei e choro por ti e pela ideia de que poderias ser bem melhor para mim, esforçar-te mais e ser um pouco mais atento, carinhoso e valorizador do que sinto por ti (que não é de forma alguma pequeno). Ainda assim controlo-me sempre. Parto para a calmia mesmo que o meu coração sinta o calor desta altura do ano e me dê um fogo no peito, uma raiva interior de imaginar que provavelmente haverá alguém melhor para mim, alguém que me trate bem e me cuide bem, mesmo que eu não sinta por ele nem um quinto do que sinto por ti. É nestes dias de maior calor, nestas noites quentes que me deixas alterada que eu vou para casa a pensar porque é que gosto de ti, o que é que gosto de ti e onde é que o meu bebé foi, aquele por quem me apaixonei há tantos anos atrás. É realmente nesta altura que prometo que vou tomar acção face a estas injustiças, acção que acabe com as minhas lágrimas e com o meu amor por ti. E depois respiro fundo, choro mil lágrimas e volto ao meu estado normal, ao meu estado de aceitação de ti pelo que és e pela forma como me tratas, não esquecendo que provavelmente merecia melhor, aliás, mais de ti.

Uma outra coisa que se tem passado no meu time out tem sido fotografias e encontros: encontrei-me com pessoas importantes e com pessoas boas além de que tenho estado com a tua família que me trata como se eu fizesse parte dela (mesmo que muitas vezes isso te incomode pelas consequências de um futuro sem mim). Tenho fotografado muito, mas mais importante que isso tem sido a inspiração que tenho tido, que até já tive de começar a desenhar num pequeno bloco que comprei: o meu bloco secreto, a minha caixinha negra onde tento desenhar umas linhas tortas que não me deixem esquecer os meus sonhos e ideias. O bloco cresce a olhos vistos, as imagens na minha cabeça também. Pondero cada vez mais esta vida, pois estar sem criar, sem contactar e sem fotografar consome-me aos poucos, consome o meu respirar e dá-me dores de cabeça. Preciso de criar, e ao menos ideias não me faltam.

Vou parar com o testamento, já chega de lamúrias e a ver se começo a ser mais assídua no meu espacinho. A ver se sou mais assídua comigo mesma e com o meu amor pela fotografia. Tenho de melhorar o meu portfolio, dar-lhe um forte update com fotos que me valorizem e que me dêm força para arrancar neste mundo. Porque Deus, sou bem melhor do que muita gente que tenho visto, Thank goodness.

sábado, abril 24, 2010

Rita


Parabens Gorda, depois escrevo um bocadinho mais, mas agora tenho de te ir buscar ao cabeleireiro.

domingo, abril 04, 2010

A merda da Páscoa

Sinceramente, a Páscoa foi exactamente o que se esperava. Uma merda. Podia descrever por exaustão o dia no entanto isso não faria sentido. Vou apenas tentar escrever qualquer coisa ao som de Coldplay. A Páscoa tal como grande parte dos feriados Nacionais e internacionais demonstra ser apenas mais um dia de promessas não cumpridas e momentos vazios de encontros em família, esta que nem provavelmente se liga para um simples cumprimento durante todo o ano. Sinceramente, o que me chateia mais na Páscoa é o facto de, pela falta de materialismo e relação com este feriado nacional, acaba por se diferir bastante do Natal, porque ao menos nesse dia as pessoas tentam redimir-se e agir correctamente (mesmo que apenas uma vez em todo o ano). Na Páscoa, as pessoas não tentam nada disso, não tiram a máscara da cara, a máscara de coelho branco e são exactamente aquilo que foram todo o ano.. A grande e real merda.

A minha Páscoa foi algo ligado a substituições. Inicialmente passávamos todos em minha casa, num grande almoço de cabrito e entradas caras. Agora as pessoas já não têm interesse a ir lá, já não há interesse o amor, na união ou apenas na visita. Ganharam-se novas vidas, criaram-se novas tradições e nem um telefonema foi feito, para relembrar os belos tempos de recepção naquelas 4 paredes, frias mas outrora quentes. Substituiu-se tudo o que se pôde: a minha avó foi substituida por uma estranha, a família longa por uma pessoa desesperada por atenção e companhia. As conversas de Páscoa ficaram perdidas em sonos de tarde, filmes de domingo e discussões anteriores. Não há tom que salve esta Páscoa, de substituições. Não há tom que consiga sobrepor-se a tudo o que aconteceu hoje, a todos os pensamentos que me passaram pela mente, a tudo o que se passou exterior ao corpo e à percepção.

Tento atingir-te, tento alcançar-te e não consigo mesmo. Quando acho que chego mais perto, sinto que não te consigo agarrar, a camisola foge-me e tu dás mais dois passos em frente. Fechas-te e não me deixas puxar-te para mim, para te afagar o cabelo, para te afagar o peito. Ficas assim tão longe como o horizonte na praia que tanto gostas, acabo por nem conseguir chegar a meio do mar e esticar a mão para apanhar essa linha ténue entre a sanidade e a insanidade do que sentes por mim. E com tudo a acontecer à tua volta, como podes deixar que te agarrem? Como podes acreditar que é algo para sempre quando tudo à tua volta acaba? Quando tudo te é roubado e quando todos partem sem razão que entendas? É complicado agarra-te porque cada vez mais a tua alma anseia pelo céu, que eu não te quero dar, pois esse céu é o que te vai tirar de mim. Não tenho histórias como as tuas para te contar, não tenho como te agarrar e cada vez mais o espaço entre nós me deixa a tremer por todos os lados. Por mim dava-te a mão e apagava da tua mente tudo o que te fez tão ligado ao céu, tudo o que te puxa para cima, para que a tua alma seja sugada para o meio das nuvens no meio do azul cintilante da noite, onde há outras estrelas e uma grande lua.

Acontecem coisas que eu nem sei como explicar. Nem sei dizer a razão para isto acontecer, para ser levado para fundo do mar alguém tão jovem, tão espirituoso e tão importante para aqueles que amamos. Acabo por ficar sem palavras (proeza que raramente possuo) e nunca sei o que dizer. Nunca sei o que pensar nem como reagir a estes roubos, estes assaltos a almas que vagueiam presas aos corpos que tão bem conhecemos. Como hei-de reagir, como hei-de falar, onde devo tentar tocar, de forma a alcançar a dor dos que tanto amam o ser roubado, o ser que deixou este espaço, que deixou de existir. Porque fisicamente, estes seres deixam de o ser, deixam de estar, acabam, terminam e deixam de consumir o ar que tanto sentimos nos pulmões. É-me sempre tão estranho quando alguém é roubado da alma, quando alguém foge sem se despedir, quando simplesmente ficamos a falar para algo vazio de interior. Fico sempre a pensar que, realmente sem alma, somos apenas bonecos comandados, somos apenas seres inexistentes, sem alma, sem nada. Somos apenas... Nada. E a nada regressamos.




Estes são os meus sentimentos de Páscoa. Não há escola que mos tire, amigos que me vejam e namorado que me entenda. Sinceramente, passam-se demasiadas coisas para eu ser o centro das atenções. Mas a verdade é que sou sempre o meu próprio centro de atenções.. Por muito que não o queira. Respiro fundo e caminho para mais um dia, mais uma semana, mais um mês e mais um ano de vida. The show must go on.



quarta-feira, março 17, 2010

Formal update

Bem, já que não tenho estado muito atenta ao meu Blog, pelas variadíssimas razões, terei de fazer um apanhado do que se vai passar esta semana:
  • Tenho o casamento da Vanessa no sábado, os preparativos extendem-se todo o dia vistoq ue farei a cobertura fotográfica em casa dela, com a família e a maquilhagem. Tudo isso começa antes do almoço mas não podemos esquecer que também tenho de ir ao cabeleireiro.
  • Já recebi resposta da Mckinsey e eles escolheram-me para trabalhar com eles. Não sei se prefiro trabalhar com eles ou se prefiro a firma de advogados, mas no final, teremos de ver quem é que se demonstra mais interessado. Uma já está no papo, agora é ver quando é que a outra dá à costa.
  • Depilação hoje, urgente, em casa e na depiladora
  • Dia 20 faço 1 ano com a Lua e estou muito feliz. Gostava que, para começar, ele se lembrasse. LOL I mean, it's the basic right e depois gostava de poder ir com ele a algum lugar, jantar não está em questão porque tenho o copo-de-água no casamento e digamos que já me deve encher.
  • Preciso de roupa nova, para as minhas novas funções de recepcionista e administrativa. Sapatos já tenho, estou ansiosa por os usar, mas preciso de mais coisinhas tipo camisas (sim não tenho muitas) e de calças formais. Procuro umas tweed, alguém tem conhecimento?
Enfim, aparte disto há muitas mais coisas a acontecerem neste momento. A minha Maria esteve cá ontem e almoçámos no Horácio (gotta love that place!), andei a preparar as minhas coisinhas de russo porque o teste é para a semana e como se não bastasse, tive a organizar o Japonês que estava muito em atraso.

Vou fazer um post para os meus últimos filmes, para ser mais fácil e menos mistura, falar dos últimos filmes que vi.

quarta-feira, fevereiro 17, 2010

Almada sem violência e sem crime.



A verdade é que me revolta estas coisas, este tipo de educação que tem sido dado aos nossos jovens de hoje, a falta de mão, a falta de educação e certamente a falta de respeito pelas pessoas mais velhas. Revolto-me ainda mais quando acontece com uma pessoa por quem eu tenho tanto respeito, que eu sei que ajuda toda a gente e que eu sei que toda a vida odiou injustiças para todos os que não as mereceram. Pois, estava o meu pai muito bem a ir para o Escritório quando 4 miúdos ranhosos de idades compreendidas entre 17 e 18 anos (todos brancos, se estavam a questionar-se sobre a etnia) estavam a abusar de 2 outras raparigas da mesma idade ou inferior na rua (note-se que o meu pai tem duas filhas e certamente que gostaria que se fossemos nós, alguém tivesse agido da mesma forma). Aparentemente começou com uma brincadeira de balões de água, até as meninas terem levado com tantos que se chatearam de estarem ensopadas. É nessa linha ténua que deixa de ser uma brincadeira para ser agressão. E assim sendo já lhes estavam a bater e a maltratar. O meu pai, actuando de forma cívica foi avisá-los para eles pararem de as incomodar, quando eles (provavelmente com muita raiva interior) se viraram ao meu pai. O meu pai, já nos seus 50 (52 na verdade), tem ainda bastante força e acredito que muita genica dos seus dias passados, mas com 4 não há forma de combater nunca. Ainda mandou um ao chão e rasgou as calças a outro mas, no meio da agressão física que sofreu e dos insultos que lhe foram sendo ditos ao longo da luta (do género: "Vamos Matar-te! Vais ver" e cenas do género) levou pontapés na cabeça, murros, dedadas e unhadas e pisadelas. Note-se que estamos a falar de uma pessoa de 50 anos. Isto para mim parece-me imensamente irreal. As miúdas dispersaram rapidamente e os individuos assim que conseguiram soltar-se fugiram, conseguindo não ser apanhados pela polícia. No final? O meu pai tem um hematoma gigante na testa e uma pisadela também na testa. Magoou-se no braço e ficou demasiado abatido para acabar um trabalho que tinha para entregar no dia seguinte. Teve de ir para casa, pôr Betadine e provavelmente hoje terá dores enormes no corpo, pois ter ido ao chão tem de ter as suas consequências. Diagnóstico: daqui a uma semana está bom, entre olhos negros e dores musculares. Chegados à 1:30 da manhã, pouca vontade havia para alguma coisa, havia sim preocupação, revolta e muito cansaço da parte de todos. Queixa será apresentada, mas para mim era mais que isso, era eles apanharem de igual forma. Isto está o caos e para mim, um enxerto era o que eles mereciam, algo bem dado e bem arreado como resultado das suas acções. Mas eu não só não tenho muita fé no Karma, como não tenho fé nenhuma na Justiça de Portugal.

É o presente por ter agido civicamente, e é o país em que vivemos.

domingo, janeiro 17, 2010

Grandma*

Nem quero acreditar que aconteceu.. espero que melhore. Espero tanto..