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sexta-feira, julho 29, 2011

A minha carta


Bom dia a todos.

A partir de segunda-feira a recepcionista do 7º piso será a Mafalda que já cá tem estado nos últimos dias, a quem deixei indicações e orientações e que tem uma enorme vontade de trabalhar. Gostei muito de cá trabalhar e levo muito boas memórias, muitas recordações e muita gente na mente. Mas aos 23 anos chegou o momento de tentar lutar pelos meus objectivos, que se definiram e cresceram nos últimos anos em que trabalhei. Não pretendo que seja um adeus mas sim um até já, pois pretendo visitar-vos sempre que estiver por perto.

Obrigada a todos os que me ajudaram, que me mimaram e que me trataram como uma amiga. Obrigada a cada um de vocês que se lembre de algum episódio bom durante a minha estadia (um almoço, uma conversa, um momento). Aliás, um obrigada é pouco, portanto muitos obrigadas!

Normalmente festeja-se com champanhe mas como eu não bebo, convido todos para irem ao Chimarrão comigo almoçar, hoje às 13. Quem se junta?

+351 913 864 910
I believe in making every experience as educational as possible.

sexta-feira, julho 15, 2011

Adeus à Raquel, recepcionista

Bom, hoje foi o dia em que me despedi. Quando acabar de escrever este post, bastante maior que os meus últimos certamente, a minha mente vai deambular pelos meus textos antigos sobre o assunto, vou perder-me novamente em memórias para compreender o que se passou, o que cresci e o que mudou em mim.

Hoje demiti-me. Quer dizer, ainda não o fiz, mas já anunciei a minha despedida à Cristina. Eu gosto imenso dela, de facto, é uma coisa muito forte que sinto com ela, uma amizade envolvida em trabalho. Um respeito que nunca conheci em ninguém e uma força de vontade maior do que podia imaginar. Admiram-me estas coisas. Estas capacidades que temos de nos relacionar uns com os outros. Olho para o lado e encontro a Fernanda. Uma amiga também, alguém ético e bem disposto, alguém que também admiro, que também aprendi a gostar. Depois há a Lúcia, a eterna jovem que jamais vou esquecer. Os seus cabelos longos cabelos louros, o carinho e a compaixão que tem, acho que não me lembro de conhecer ninguém assim.

Enfim, é hora de fechar esta porta, é hora de arrumar as gavetas que ficaram desarrumadas nos entretantos da minha vida. É hora de me lançar aos verdadeiros lobos, largar esta prisão e abrir as asas e a mente, para voar mais descansada, mais pacífica e (espero) mais feliz. Tenho pena, porque adoro estas pessoas, adoro este conforto, esta recepção. Adoro receber as pessoas, ajudar o Quim, olhar para a Cristina sempre bem vestida, nos seus altos e baixos. Adoro ser os olhos da agência, ver quem entra e quem sai. Aliás adoro mesmo esta lufa-lufa da publicidade, enfiar os headphones e olhar para as pessoas a viver, a passar, em mute. Adoro este à vontade com as pessoas, esta mobilidade e a simpatia de todos. Adoro ser a mais nova no meio destas pessoas, a mais irreverente e doida. A que mais se maquilha e ao mesmo tempo, a que dois aniversários aqui passou. Mas há algo que adoro mais, o meu futuro, qualquer que seja. Adoro ambicionar algo mais. Vejo estas caras conhecidas a entrar e a sair, sorriem-me e cumprimentam-me como se fosse um deles, uma amiga de longa data. Também há quem não note a minha presença, o meu visual e as minhas ambições. Gosto de quando o Pedro Ferreira se senta ao meu lado e vê as minhas fotografias, opinando na sua visão de director criativo. Gosto de quando me perguntam com os olhos esperançados se têm encomendas e adoro quando precisam da minha ajuda para alguma coisa (seja ela enviar e-mails ou embrulhar algum trabalho, importante para a agência). Gosto de estar relacionada com este mundo, com estas pessoas. Gosto de quando o Quim me dá aquele abraço que preciso ou de quando a Lúcia me deixa encostar-me a ela e aos seus cabelos loiros.

Muitas caras  novas passaram por mim ultimamente. Pessoas novas, estagiários, trabalhadores e clientes. Vi esta agência crescer e decrescer. Vi os altos e baixo da publicidade. Vi a crise abater-se, a perda de clientes e a felicidade de ganhar outros. Tratei da correspondência, tratei de tudo o que podia, enquanto aqui estive. Vi as pessoas a mudarem, mas eu mantive-me a mesma, igual a sempre, igual à Raquel, mas mais velha, mais ambiciosa, mais direccionada. Simplesmente não direccionada para aqui.

Com a ajuda de quem me acompanhou nesta jornada consegui encontrar o meu trilho, invejar quem me perdeu e ambicionar um novo caminho, uma nova vida. Sorrir todos os dias com a música nos ouvidos, confinar segredos obscuros a pessoas importantes e agradecer a quem me ajudou a crescer parece ser a última coisa que me falta. Será que devia escrever uma cartinha a cada um deles? Será que me devia despedir, agradecer o que fizeram por mim?

Por aqui, onde ninguém lê, despeço-me desta Raquel, a recepcionista. Despeço-me de quem ajudei a fazer amigos, daqueles que uni e fiz conhecer. Daqueles que me fizeram sorrir e me fizeram chorar, daqueles que me ajudaram quando precisei. Agradecer aos amigos novos, aos amigos de trabalho, que gostam de mim como sou, que me viram crescer dois anos da minha vida e agora me veem partir, com os olhos postos na minha estrada e no meu futuro. Que bom vai ser avançar, que mau vai ser perder tudo isto. É impossível não chorar. Cresci tanto, aprendi tanto, agradeço tanto esta oportunidade.




Obrigada.

sexta-feira, agosto 06, 2010

Lost


É nas conversas que tenho que me apercebo que estou mesmo muito perdida. Não sei o que fazer, que caminho tomar e por onde lutar, por onde começar e para onde me dirigir. Está tudo uma mistura de confusão, indecisão e falta de coragem. Por vezes acho que sou muito fraca para seguir os sonhos que tenho, dizem que sonho alto mas como posso viver sem eles? Viver sem sonhos é viver num vazio que nem acredito ser possível existir.


Quando venho no autocarro e volto para casa, esta rotina prende-me. Imagino sessões fotográficas em que me exponho nos olhos dos modelos, transmitindo o que sinto nessas simples mas dolorosas viagens pendulares. A minha vida é um pêndulo mas não consigo aceitar que assim o vá ser para o resto da minha vida. Serei uma eterna lutadora ou uma eterna fracassada? Disseram-me que quando se chega a determinada altura a pessoa resigna-se.. Mas quando chega essa altura? Quando é que a pessoa se habitua ao pêndulo, ao simples, ao desinteressante? Acho que tenho demasiada força e tenho demasiada vontade para ficar confinada a essa rotina triste e miserável, que ninguém se lembrará nas páginas da história. E quando me dizem que é o que me devo e vou tornar tenho raiva e tristeza de que me queiram tornar mais um carneiro neste rebanho sem pastor. Quanto mais divago mais entendo que estou absolutamente perdida e acho que ninguém me está a ajudar a sair do meu labirinto.. Aliás, acho que me querem manter dentro dele.


quarta-feira, julho 21, 2010

Os 22


Bem, mais um ano. Não queria deixar passar este dia em branco, after all, foi o dia em que vim ao mundo. Não tenho muito para dizer, venho aqui um pouco como obrigação de não negligenciar o meu cérebro meio parado da curta noite que dormiu, mas o pouco que tenho, sinto que deve ser gravado aqui neste espacinho virtual, que é apenas (provavelmente) para os meus olhos.

Sinto que este ano é o meu ano. Acho que é o ano em que vou fazer por mim, vou fazer pelos meus sonhos e vou lutar por aquilo que realmente quero. Sinto que é este ano que vou completar a minha intangibilidade de coisas que tenho tentado e que é este ano que vou começar a conseguir. Vai ser certamente o ano que vou lutar por tudo o que acredito, que não me vou sentar mais numa secretária a atender telefones e que vou apostar nos meus dotes fotográficos. Acho que este vai ser, maioritariamente, o ponto a sublinhar este ano. Um ano passa depressa, portanto seria de valor daqui a exactamente um ano eu voltar a er este texto e ver se alguma coisa realmente mudou na minha vida.

Quanto a mudanças do ano passado acho que não foram muitas foram muitas. Experienciei muito, isso sim. Algumas coisas foram boas e outras foram menos boas. Não acho que nenhumas tenham sido particularmente más, pois todas foram proveitosas de uma forma ou de outra. Foi um ano de tristezas com a família, lutas no mundo do trabalho mas acima de tudo, muitas experiencias profissionais. Conheci tanta gente, tantos bons e maus peões no meu tabuleiro de xadrez que era capaz de ocupar todas as casas do mesmo (as brancas e as pretas).. Mas a verdade é que, os verdadeiros trunfos do jogo continuam a ser os mesmos. O rei e a rainha, os cavalos, as torres e os bispos. Todos os mesmos. E graças a Deus. Graças a Deus que ninguém desistiu do meu tabuleiro, que ninguém abandonou o campo de batalha e que ninguém se perdeu no meio dos peões. Alguns revelaram-se mas esses, até já estava um bocadinho à espera. Assim sendo acho que realmente cresci foi em termos profissionais. Cresci nos contactos de rede, aprendi muito e dei imenso de mim. Não me vou esquecer do brilhante Verão que me ia arrancando o coração do peito. Não me vou esquecer do Julio e da grande agência que ele ainda gere, praticamente sozinho. Não me vou esquecer dos meus meninos, de os ter acompanhado e de como (por apenas uns pedacinhos) consegui tocar em alguns dos seus futuros. Também não me vou esquecer das lutas para arranjar trabalho e do que alcancei com cada um dos degraus que subi na minha viagem profissional. E certamente que não me vou esquecer das pessoas com quem trabalho agora, verdadeiros exemplos a seguir que me orgulho de dizer que conheci. Verdadeiros marcos na minha vida, que graças a Deus ainda está bem longe de estar concretizada!

Tenho 22 anos apartir de hoje e tantos, mas tantos sonhos que até tenho medo que se concretizem todos. Anseio por viver e agora é que vai ser! Depois de aprender um pouco da vida tenho mais vontade que nunca de a viver, e isso sim nos dias de hoje é um luxo! Ter vontade de viver, de mudar e de não me conformar! E é com esta força que começo os meus 22, mais os sorrisos dos que me acompanham e um bom par de saltos altos, que toda a mulher merece!


PS: Tenho de mudar o header do blog, porque agora já são os "Miares Diletantes de uma Jovem de 22 anos"!


quarta-feira, junho 30, 2010

No fundo no fundo..

A busca do coelho branco continua, à medida que entro mais fundo no buraco debaixo da do sobreiro descubro pouco a pouco o que quero realmente fazer, quem quero realmente ser e como posso atingir esse meu estado de Nirvana, que tão longínquo se parece.


Ando a ver de cursos. Ando confusa com esta oferta, ando aterefada demais com a procura. De volta do Russo e do Japonês, que tanto tempo me consomem (e cabeça!), misturo a minha procura com Workshops, com Cursos e com algum exercício físico... Senão não tarda sou uma valente fat.

Resumindo, mal tenho tempo para me olhar no espelho.. Entre problemas no trabalho, fotografias para editar e trabalhos de casa aos montões, apenas tenho aquele tempinho para respirar e mergulhar de novo na confusão e big mess que está a minha vida. Estou desapontada comigo mesmo mas pretendo voltar a cair nas minhas boas graças. Quero mais para mim, quero mais da minha vida e decididamente quero mudar um montão de coisas. Vou aos passinhos pequeninos, para me melhorar a mim como pessoa mas também como cidadã do mundo. Quero mais hábitos e outros sorrisos. Quero acomplishments e personal goals.


Em suma, quero tudo sem fazer nada.. Realmente até sou o típico português.

quinta-feira, maio 27, 2010

Diários de uma recepcionista III

Hoje estou farta. Hoje estou farta deste emprego, destas pessoas e acima de tudo de que achem que tenho sempre um plano maquiavélico no meu subconsciente que vai destruir esta empresa tão bem construída sobre os ombros dos empregados. Hoje estou farta de estar completamente isolada num quadradinho, no meio de uma sala, onde, apesar de haver sorrisos, são fracamente esboçados, os bons dias não são sentidos e eu não sinto particular afinidade com ninguém. Hoje estou farta de sentir saudades dos meus miúdos, da minha fotografia e de não poder sorrir inocentemente com coisas que se poderiam passar, e que não passam, infelizmente na minha vida. Hoje cansei-me do meu quadradinho e cansei-me de estar aqui, provavelmente é daquelas minhas coisas, que eu me canso e amanhã, já depois do descanso, já estou pronta a ficar cansada novamente. Mas efectivamente, hoje, estou fartinha deste meu quadradinho, das pessoas me interpretarem mal, de não me quererem conhecer e de não se preocuparem com o que eu posso ter querido dizer com frase x ou y. Hoje cansei-me dos erros dos outros serem tomados como os meus, de levar raspanetes que não mereço e que não me são dirigidos. Hoje estou simplesmente farta. Dos carros, da empresa, dos telefonemas e acima de tudo, das crianças. E apetecia-me algo forte, não saltar deste 9º piso mas pelo menos sair porta fora e mandar todos à merda.

Suponho que este seja o sentimento de todos os que trabalham, mas se todos sentem o mesmo, porque agem da mesma forma para que os que o rodeiam se sintam assim mesmo? Enfim.


A música de hoje...

sexta-feira, maio 14, 2010

Diários de uma recepcionista II

Não lido bem com separações. Acima de tudo, não lido nada bem com este mundo de adultos que, apesar de ensinarem às crianças que nem tudo é mau, demonstram-lhes isso mesmo tendo determinados pensamentos e atitudes, tão longe dos mais novos. Menos inocentes, sem dúvida, menos esperançosos, com menos vontade e muito (mas muito mesmo) mais desistentes e resignados. Com que idade é que nós deixamos de lutar pelo que acreditamos? Com que idade é que deixamos de ter sonhos e desejos, que mesmo que impossiveis de concretizar, estão tão perto que quase os agarramos com as mãos? Quando é que entramos no "entra-sai-entra" de empresa e deixamos de nos importar com quem vai e com quem veio para ficar? Qual é a idade em que, tudo isso e muito mais acontece?
Com que idade é que te sentas no autocarro, olhas em volta e percebes que és mesmo pequenino, comparado com a grandeza do mundo e dos problemas do teu país? Que olhas em volta e sentes que não estás a fazer a tua parte para melhorar ou piorar, és apenas um igual aos que te rodeiam que nem sabes quem são, nem importa?
Mais um dos pensamentos de trabalho. Preciso de um bom fim de semana, que me encha de força para uma semana nova.. Ah e de sol, se faz favor.

sexta-feira, maio 07, 2010

Diários de uma Recepcionista

"Young and Rubicam Bom dia"

É assim que começo o meu dia ao lado do telefone, que não cessa em tocar, tocar e tocar. Há muito para fazer, muitas almas dependentes de trabalho que aqui se faz, que não desistem enquanto não descobrem uma forma de entrar em contacto com essas mesmas pessoas, esses trabalhadores que tantas vezes os descartam. Ainda assim não consigo deixar passar algumas coisas ao lado, coisas que não compreendo (sinceramente não creio ter sido feita para compreender), ligadas a este mundo de adultos. Uma dessas minhas incertezas e conhecimentos adultos é esta questão dos doutores, dos senhores e dos dons e donas do nosso país. Se trato todos por doutores, uns mais modestos não querem ser apelidados de tal forma, outros não suportam estar num "estatuto mental inferior". Os dons e as donas ficam ofendidos quando não são tratados respeitosamente, mas muitas vezes chamo Don e Dona a pessoas que, tal como eu, de donas não temos nada, e trabalhamos com o ordenado mínimo na mão para empresas que (essas sim!) são nossas donas. Por outro lado, os senhores dizem-me ser uma forma vulgar de tratar alguem, Senhor João, senhor Luís, Senhor Pedro... Não entendo bem porquê, mas deve ser por quando pedimos para ir a casa de banho estar lá estampado na porta a palavra "Senhores" e "Senhoras" (além do típicamente português bonequinho a fazer chichi para o penico). Sinceramente eu dispenso que me tratem por qualquer um desses nomes, por achar que nenhum se aplica à minha realidade. Provavelmente acredito mais em tratar pelo nome próprio e tratar por vós ("Cristina, quer que eu lhe traga alguma coisa do economato?" ou "Luis, importa-se que lhe passe esta chamada") porque considero formal e educado.. e ao menos não nos metemos no meio desta palhaçada de Dons, Doutores e Senhores que sinceramente, mais me parece uma religião por descobrir do que propriamente uma ciência exacta.

Mas provavelmente é como a minha mãe diz: "Isto é um país de doutores e de engenheiros"... mas na verdade ninguém é nem doutor nem engenheiro. Não são donos de nada e nem são senhores das suas acções ou modéstias. No fundo, é só conversa fiada, como eu disse...

terça-feira, abril 20, 2010

Empregos e trabalhos

Hoje em dia uma pessoa pode escolher ser tudo o que quiser. Recebemos informação de vários empregos e trocamos entre eles como quem troca de calças. O que procuramos nos empregos e nas novas oportunidades? Satisfação pessoal ou valorização monetária? Procuramos um bom empregador ou ser um bom empregado? Procuramos saltar de trabalho em trabalho ou apenas procuramos algo que nos valorize de todas as formas possíveis e imaginárias?
Em suma: Quando procuramos uma oferta, procuramos um emprego ou um trabalho?

segunda-feira, abril 12, 2010

first day

O trabalho não é difícil, interessante e faz-me sorrir. Mas ainda não me habituei a esta rotina, que me estafa como se tivesse sido atropelada por um camião enorme. Ai e espero que as pessoas me dêm uma chance de ser tão boa como acho que sou a trabalhar, estão tão habituadas a outros métodos que só posso esperar que elas se abram um bocadinho para mim. Suspiro..

quinta-feira, abril 08, 2010

Contradições


Tenho o peito cheio de sentimentos contraditórios.. Vou ter tantas saudades dos meus piolhinhos... Mas parece que desta é que é, segunda começamos um novo olhar sobre os dias.. Espero que corra tudo pelo melhor, inclusive até lá.


quarta-feira, março 17, 2010

Formal update

Bem, já que não tenho estado muito atenta ao meu Blog, pelas variadíssimas razões, terei de fazer um apanhado do que se vai passar esta semana:
  • Tenho o casamento da Vanessa no sábado, os preparativos extendem-se todo o dia vistoq ue farei a cobertura fotográfica em casa dela, com a família e a maquilhagem. Tudo isso começa antes do almoço mas não podemos esquecer que também tenho de ir ao cabeleireiro.
  • Já recebi resposta da Mckinsey e eles escolheram-me para trabalhar com eles. Não sei se prefiro trabalhar com eles ou se prefiro a firma de advogados, mas no final, teremos de ver quem é que se demonstra mais interessado. Uma já está no papo, agora é ver quando é que a outra dá à costa.
  • Depilação hoje, urgente, em casa e na depiladora
  • Dia 20 faço 1 ano com a Lua e estou muito feliz. Gostava que, para começar, ele se lembrasse. LOL I mean, it's the basic right e depois gostava de poder ir com ele a algum lugar, jantar não está em questão porque tenho o copo-de-água no casamento e digamos que já me deve encher.
  • Preciso de roupa nova, para as minhas novas funções de recepcionista e administrativa. Sapatos já tenho, estou ansiosa por os usar, mas preciso de mais coisinhas tipo camisas (sim não tenho muitas) e de calças formais. Procuro umas tweed, alguém tem conhecimento?
Enfim, aparte disto há muitas mais coisas a acontecerem neste momento. A minha Maria esteve cá ontem e almoçámos no Horácio (gotta love that place!), andei a preparar as minhas coisinhas de russo porque o teste é para a semana e como se não bastasse, tive a organizar o Japonês que estava muito em atraso.

Vou fazer um post para os meus últimos filmes, para ser mais fácil e menos mistura, falar dos últimos filmes que vi.

quarta-feira, março 10, 2010

Certezinha


Oh men, este trabalho seria tão tão bom, ai que sonho!
Espero que esta semana traga notícias boas, mas que a próxima traga certezas!